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História dos Três Reis Magos


Os três reis magos (Melquior, Baltazar e Gaspar) são personagens bíblicos. Segundo o apóstolo Mateus, eles vieram do Oriente, conduzidos por uma linda e brilhante estrela. 


Chegaram na cidade de Belém, local de nascimento do menino Jesus, trazendo presentes (mirra, ouro e incenso). Estes presentes possuíam um sentido simbólico. O ouro representava a realeza, a mirra (resina antiséptica) simbolizava a pureza, enquanto o incenso simbolizava a fé.


No contexto bíblico, a palavra “mago” não significa bruxo ou feiticeiro, mas sim assume o sentido de sacerdote ou sábio.


Os Três Reis Magos, ou simplesmente Reis Magos ou Magos (em grego: μάγοι, transl. magoi), na tradição cristã, são personagens que teriam visitado Jesus logo após o seu nascimento, trazendo-lhe presentes. Foram mencionados apenas no Evangelho segundo Mateus, onde se afirma que teriam vindo "do leste" para venerar o Cristo, "nascido Rei dos Judeus". Como três presentes foram registrados, diz-se tradicionalmente que tenham sido três, embora Mateus não tenha especificado seu número. São figuras constantes em relatos do natividade e nas comemorações do Natal.


Belchior (também Melchior ou Melquior), Baltasar e Gaspar, não seriam reis nem necessariamente três mas sim, talvez, sacerdotes da religião zoroástrica da Pérsia ou conselheiros. Como não diz quantos eram, diz-se três pela quantia dos presentes oferecidos. Não há relatos biblicos sobre o nome dos magos.


Talvez fossem astrólogos ou astrônomos, pois, segundo consta, viram uma estrela e foram, por isso, até a região onde nascera Jesus, dito o Cristo. Assim os magos sabendo que se tratava do nascimento de um rei, foram ao palácio do cruel rei Herodes em Jerusalém na Judeia. Perguntaram eles ao rei sobre a criança. Este disse nada saber. Herodes alarmou-se e sentiu-se ameaçado, e pediu aos magos que, se o encontrassem, falassem a ele, pois iria adorá-lo também, embora suas intenções fossem a de matá-lo. Até que os magos chegassem ao local onde estava o menino, já havia se passado algum tempo, por causa da distância percorridas, assim a tradição atribuiu à visitação dos Magos o dia 6 de janeiro.


A estrela, conta o evangelho, os precedia e parou por sobre onde estava o menino Jesus. "E vendo a estrela, alegraram-se eles com grande e intenso júbilo" (Mateus 2:10). "Os Magos ofereceram três presentes ao menino Jesus: ouro, incenso e mirra, cujo significado e simbolismo espiritual é, juntamente com a própria visitação dos magos, ser um resumo do evangelho e da fé cristã, embora existam outras especulações respeito do significado das dádivas dadas por eles. 




O ouro pode representa a realeza (além providência divina para sua futura fuga ao Egito, quando Herodes mandaria matar todos os meninos até dois anos de idade de Belém).


O incenso pode representar a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus assim como a fumaça sobe ao céu (Salmos 141:2).


A mirra, resina antisséptica usada em embalsamamentos desde o Egito antigo, nos remete ao gênero da morte de Jesus, o martírio, sendo que um composto de mirra e aloés foi usado no embalsamamento de Jesus (João 19:39-40), sendo que estudos no Sudário de Turim encontraram estes produtos.




A exegese vê na chegada dos reis magos o cumprimento a profecia contida «Os reis de toda a terra hão de adorá-Lo» (Salmos 71:11).
Na antiguidade, o ouro era um presente para um rei, o olíbano (incenso) para um sacerdote, representando a espiritualidade, e a mirra, para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a imortalidade).


Durante a Idade Média começa a devoção dos Reis Magos (e que são "baptizados"), tendo as suas relíquias sido transladadas no séc. VI desde Constantinopla (Istambul) até Milão. Em 1164, com os três já a serem venerados como santos, estas foram colocadas na catedral de Colônia, em Colônia (Alemanha), onde ainda se encontram.


A tradição permaneceu viva e foi apenas no século III que eles receberam o título de reis – provavelmente como uma maneira de confirmar a profecia contida no Salmo 72: “Todos os reis cairão diante dele”. Cerca de 800 anos depois do nascimento de Jesus, eles ganharam nomes e locais de origem: Melchior, rei da Pérsia; Gaspar, rei da Índia; e Baltazar, rei da Arábia. Em hebreu, esses nomes significavam “rei da luz” (melichior), “o branco” (gathaspa) e “senhor dos tesouros” (bithisarea).


Quem hoje for visitar a catedral de Colônia, na Alemanha, será informado de que ali repousam os restos dos reis magos. De acordo com uma tradição medieval, os magos teriam se reencontrado quase 50 anos depois do primeiro Natal, em Sewa, uma cidade da Turquia, onde viriam a falecer. Mais tarde, seus corpos teriam sido levados para Milão, na Itália, onde permaneceram até o século 12, quando o imperador germânico Frederico dominou a cidade e trasladou as urnas mortuárias para Colônia. “Não sei quem está enterrado lá, mas com certeza não são eles”, diz o teólogo Jaldemir Vitório, do Centro de Estudo Superiores da Companhia de Jesus, em Belo Horizonte. “Mas isso não diminui a beleza da simbologia do Evangelho de Mateus ao narrar o nascimento de Cristo.” Afinal, devemos aos magos até a tradição de dar presentes no Natal. No ritual da antiguidade, ouro era o presente para um rei. Incenso, para um religioso. E mirra, para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a mortalidade).





Em várias partes do mundo, há festas e celebrações em honra aos Magos. Com o nome de Festa de Santos Reis há importantes manifestações culturais e folclóricas no Brasil.
Devemos aos Magos a tradição de trocar presentes no Natal. Dos seus presentes dos Magos surgiu essa tradição em celebração do nascimento de Jesus. Em diversos países, como por exemplo os de língua espanhola, a principal troca de presentes é feita não no Natal, mas no dia 6 de janeiro, e os pais muitas vezes se fantasiam de reis magos. No Brasil, o evento é conhecido como Dia de Reis ou Epifania.









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Eleição e Predestinação


A Escolha De Deus Para A Salvação




Ef 1.4,5 "Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade, e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade."


ELEIÇÃO. A escolha por Deus daqueles que crêem em Cristo é uma doutrina importante (ver Rm 8.29-33; 9.6-26; 11.5, 7, 28; Cl 3.12; 1Ts 1.4; 2Ts 2.13; Tt 1.1). A eleição (gr. eklegoe) refere-se à escolha feita por Deus, em Cristo, de um povo para si mesmo, a fim de que sejam santos e inculpáveis diante dEle (cf. 2Ts 2.13). Essa eleição é uma expressão do amor de Deus, que recebe como seus todos os que recebem seu Filho Jesus (Jo 1.12). A doutrina da eleição abarca as seguintes verdades:


(1) A eleição é cristocêntrica, i.e., a eleição de pessoas ocorre somente em união com Jesus Cristo. Deus nos elegeu em Cristo para a salvação (1.4; ver v. 1, nota). O próprio Cristo é o primeiro de todos os eleitos de Deus. A respeito de Jesus, Deus declara: "Eis aqui o meu servo, que escolhi" (Mt 12.18; cf. Is 42.1,6; 1Pe 2.4). Ninguém é eleito sem estar unido a Cristo pela fé.


(2) A eleição é feita em Cristo, pelo seu sangue; "em quem [Cristo]... pelo seu sangue" (1.7). O propósito de Deus, já antes da criação (1.4), era ter um povo para si mediante a morte redentora de Cristo na cruz. Sendo assim, a eleição é fundamentada na morte sacrificial de Cristo, no Calvário, para nos salvar dos nossos pecados (At 20.28; Rm 3.24-26).


(3) A eleição em Cristo é em primeiro lugar coletiva, i.e., a eleição de um povo (1.4,5, 7, 9; 1Pe 1.1; 2.9). Os eleitos são chamados "o seu [Cristo] corpo" (1.23; 4.12), "minha igreja" (Mt 16.18), o "povo adquirido" por Deus (1Pe 2.9) e a "noiva" de Cristo (Ap 21.9). Logo, a eleição é coletiva e abrange o ser humano como indivíduo, somente à medida que este se identifica e se une ao corpo de Cristo, a igreja verdadeira (1.22,23; ver Robert Shank, Elect in the Son (Eleitos no Filho). É uma eleição como a de Israel no AT (ver Dt 29.18-21 nota; 2Rs 21.14 nota; ver o estudo O CONCERTO DE DEUS COM OS ISRAELITAS).


(4) A eleição para a salvação e a santidade do corpo de Cristo são inalteráveis. Mas individualmente a certeza dessa eleição depende da condição da fé pessoal e viva em Jesus Cristo, e da perseverança na união com Ele. O apóstolo Paulo demonstra esse fato da seguinte maneira: (a) O propósito eterno de Deus para a igreja é que sejamos "santos e irrepreensíveis diante dele" (1.4). Isso se refere tanto ao perdão dos pecados (1.7) como à santificação e santidade. O povo eleito de Deus está sendo conduzido pelo Espírito Santo em direção à santificação e à santidade (ver Rm 8.14; Gl 5.16-25). O apóstolo enfatiza repetidas vezes o propósito supremo de Deus (ver 2.10; 3.14-19; 4.1-3, 13,14; 5.1-18). (b) O cumprimento desse propósito para a igreja como corpo não falhará: Cristo a apresentará "a si mesmo igreja gloriosa... santa e irrepreensível" (5.27). (c) O cumprimento desse propósito para o crente como indivíduo dentro da igreja é condicional. Cristo nos apresentará "santos e irrepreensíveis diante dele" (1.4), somente se continuarmos na fé. A Bíblia mostra isso claramente: Cristo irá "vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis, se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé e não vos moverdes da esperança do evangelho" (Cl 1.22,23).




(5) A eleição para a salvação em Cristo é oferecida a todos (Jo 3.16,17; 1Tm 2.4-6; Tt 2.11; Hb 2.9), e torna-se uma realidade para cada pessoa consoante seu prévio arrependimento e fé, ao aceitar o dom da salvação em Cristo (2.8; 3.17; cf. At 20.21; Rm 1.16; 4.16). Mediante a fé, o Espírito Santo admite o crente ao corpo eleito de Cristo (a igreja) (1 Co 12.13), e assim ele torna-se um dos eleitos. Daí, tanto Deus quanto o homem têm responsabilidade na eleição (ver Rm 8.29 nota; 2Pe 1.1-11).




A PREDESTINAÇÃO


A predestinação (gr. proorizo) significa "decidir de antemão" e se aplica aos propósitos de Deus inclusos na eleição. A eleição é a escolha feita por Deus, "em Cristo", de um povo para si mesmo (a igreja verdadeira). A predestinação abrange o que acontecerá ao povo de Deus (todos os crentes genuínos em Cristo).


(1) Deus predestina seus eleitos a serem: (a) chamados (Rm 8.30); justificados (Rm 3.24; 8.30); (c) glorificados (Rm 8.30); (d) conformados à imagem do Filho (Rm 8.29); (e) santos e inculpáveis (1.4); (f) adotados como filhos (1.5); (g) redimidos (1.7); (h) participantes de uma herança (1.14); (i) para o louvor da sua glória (1.12; 1Pe 2.9); (j) participantes do Espírito Santo (1.13; Gl 3.14); e (l) criados em Cristo Jesus para boas obras (2.10).


(2) A predestinação, assim como a eleição, refere-se ao corpo coletivo de Cristo (i.e., a verdadeira igreja), e abrange indivíduos somente quando inclusos neste corpo mediante a fé viva em Jesus Cristo (1.5, 7, 13; cf. At 2.38-41; 16.31).





Dentre as doutrinas contidas na Bíblia, a predestinação é uma das mais difíceis de serem abordadas. Creio que poderíamos identificar três razões para essa dificuldade:


1. Rejeição em função de nossa natureza pecaminosa – Nossa natureza, influenciada pelo pecado, traz uma tendência de rejeição da exaltação do Deus Soberano, ao mesmo tempo em que passa a considerar o homem superior àquilo que ele realmente é. Nesse sentido, tendemos nos apresentar numa posição de autonomia e superioridade, contrariando o que a Palavra de Deus nos revela sobre o nosso ser. As pessoas fazem um grande esforço para se desvincularem da esfera de autoridade divina, e para tirarem Deus da regência de suas vidas e do seu destino.


2. Distorção, por insuficiência de base bíblica – Às vezes, a doutrina é apresentada, ou absorvida com um exame superficial da base bíblica. Se todos os ângulos não forem estudados, ou se recorrermos mais ao “eu acho”, “eu penso”, do que a uma aceitação sem preconceitos do que a Bíblia revela, sobre as ações e planos do Deus soberano, saímos com uma ideia distorcida dessa doutrina.


3. Diluição, para facilidade de compreensão – Muitas vezes, temos a idéia de que a veracidade ou não de uma doutrina está baseada na nossa capacidadede compreensão total da mesma, esquecendo-nos de que nossa compreensão é finita, imperfeita e limitada. A diluição, ao nível de nossa capacidade, traz uma série de problemas secundários que tornam a doutrina, no cômputo final, diferente da apresentação bíblica e de impossível aceitação, mediante um estudo sério da questão.


Quando estudarmos a predestinação teremos, portanto, de estar cientes das dificuldades do estudo mas, se tivermos seriedade e humildade para aprender o que Deus nos revelar em sua palavra, devemos ter a disposição de considerar:


1. Os dados bíblicos – examinarmos o maior número possível de passagens.
2. A necessidade de não rejeitar os conceitos bíblicos simplesmente porque estes podem fugir à nossa compreensão, ou experiência, mas deixá-los permanecer em toda a sua objetividade e lógica transcendental, gradativamente, pela ação do Espírito, penetrando em nossas convicções.


3. O testemunho histórico da Igreja – ele não determina doutrina, mas o seu estudo é relevante para vermos como Deus tem guiado a sua igreja, e para discernirmos a diferença entre inovações – ventos de doutrina e as doutrinas verdadeiras provadas no cadinho do tempo e da história eclesiástica.


4. O fato de que, quanto mais aprendermos e exaltarmos a pessoa de Deus, mais cresceremos espiritualmente e mais chegaremos perto de nossa finalidade que é a de glorificarmos a ele, em todas as nossas ações.




II. O Plano de Deus
No seu relacionamento com o homem, Deus tem um PLANO, que é mais do que um mero MAPA, constituído de caminhos alternativos, para se chegar a dois destinos finais. A Bíblia nos diz que Deus tem um plano – este plano é:


A. Eterno. Is 46.9 e 10, diz: “ Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante amim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (veja também: 2Tm 1.9; Sl 33.11; Is 37.26; Jr 31.3; Mt 25.34; 1 Pe 1.20; Sl 139.16; 2 Ts 2.13; At 15.17,18).


B. Imutável. Tg 1.17-18, diz: “ Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança...” (veja também: Is 14.24,27; Is 46.10,11; Nm 23.19; Ml 3.6).


C. Inclui os atos futuros dos homens. Isso pode ser visto em todas as profecias da Bíblia, mas considere, especialmente, Mt 20.18 e 19: “Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá”; e Lc 22.22: “Porque o Filho do Homem, na verdade, vai segundo o que está determinado, mas ai daquele por intermédio de quem ele está sendo traído” (veja também: Dn 2.28 e Jo 6.64).


D. Inclui os eventos não importantes, ou ocasionais. Como lemos em Pv 16.33: “A sorte se lança no regaço, mas do SENHOR procede toda decisão” (veja também: Jn 1.7; At 1.24,26; Mc 14.30; 1 Rs 22.28-34).


E. Especifica a certeza e a inevitabilidade dos eventos. Já vimos isso em Lc 22.22, acima, e o mesmo conceito está presente em Jo 8.20: “... ninguém o prendeu, porque não era ainda chegada a sua hora” (veja também: Gn 41.32; Hq 2.3; Mt 24.36; Lc 21.24; Jr 15.2; Jó 14.5; Jr 27.7).


F. Até os atos pecaminosos do homem estão incluídos (sem que Deus seja o autor de pecado). Lemos em Gn 45.8, que as ações malévolas dos irmãos de José faziam parte do plano de Deus: “Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus, que me pôs por pai de Faraó, e senhor de toda a sua casa, e como governador em toda a terra do Egito”. Deus, entretanto, não é o autor do pecado, como nos ensina Tg 1.13 e Dt 32.4: “Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto” (veja também: Sl 5.4; Tg 1.13; Gn 50.20; Mt21.42; At 3.17-18; Am 3.6).




III. O livre arbítrio e a liberdade
O nosso conceito de liberdade e de livre arbítrio é muitas vezes identificado com a execução de ações erráticas, aleatórias, sem nenhum enquadramento em um modelo comportamental ou sem nenhuma ligação com a natureza e características intrínsecas das pessoas. Será que é mesmo assim? Vamos repensar um pouco os nossos conceitos, partindo de um exame da doutrina bíblica sobre a pessoa de Deus:




A. DEUS é livre?


1. Certamente que sim!—Ele é livre em um grau muito mais alto do que qualquer outro ser. Veja a Sua liberdade expressa no Sl 115.3: “ No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada” ; e em 1 Co 12.11: “Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, acada um...”.


2. Isto significa que suas ações são incertas? Que ele pode mudar como um pêndulo? Pode ele quebrar o concerto com o Seu povo? Não! Por que não? Existe alguma compulsão EXTERNA obrigando-o a isto?


3. Certamente que não! Não existe nenhum agente ou força externa exercendo pressão ou autoridade sobre Deus, que é Soberano e está acima de tudo e todos.


4. ENTRETANTO, é impossível para Deus mentir! Tito 1.2 fala do “... Deus que não pode mentir... ”. Por que? Porque isto seria contrário à sua natureza eaos seus atributos! O Breve Catecismo de Westminster, responde a pergunta 4 (“Quem é Deus?”) com uma descrição dos atributos de Deus:
Deus é Espírito: Infinito Ser, Sabedoria, Eterno Poder, Justiça, Imutável em sua Bondade e Verdade.


5. Portanto, nunca, na menor de Suas ações, Ele se desviará daquele padrão de perfeição que Sua própria natureza determina.




B. E o HOMEM, ele é livre?


1. SIM, o homem é livre no sentido de que suas escolhas não são determinadas, em linhas gerais, por nenhuma compulsão externa. Podemos dizer que ele tem LIVRE AGÊNCIA.


2. ENTRETANTO, suas ações são determinadas pela natureza de seu próprio caráter, e nós sabemos que esta natureza é só pecado (Rm. 3.10-23). Neste sentido, ele não tem LIVRE ARBÍTRIO de escolher o bem, pois é escravo do pecado. Este “livre arbítrio” foi perdido com a queda, em Adão.


3. Mesmo não possuindo “livre arbítrio”, definido como a possibilidade de escolha do bem, a “liberdade” que possui, definida como livre agência, não é incompatível com o enquadramento do Homem nos planos divinos. Deus, soberanamente, executa os seus desígnios ATRAVÉS da vontade das suas criaturas (veja os seguintes trechos: Fp 2.13; Pv 20.24; 2 Co 3.5; Jr 10.23; Rm 9.16 e Tg 4.13-15).


* Talvez não compreendamos COMO Deus faz isso – como Ele preserva a livre agência, mas executa com precisão os Seus planos. Mas a aceitação dos pontos 2 e 3, acima, é a chave para entendermos melhor a doutrina da soberania de Deus e a própria predestinação. Não é negando a existência do plano de Deus, nem diminuindo a sua soberania, que retratamos a realidade expressa na Bíblia sobre essas questões. Não possuímos “livre arbítrio”, mas Deus é infinitamente soberano e onipotente para executar seus planos, sem violação da LIVRE AGÊNCIA que nos concedeu.




IV. Deus realmente determina as ações do homem?


Cremos que sim. Na execução do seu plano soberano ele determina “tudo que acontece”, mas muitos têm dificuldade na aceitação deste fato. Na realidade, temos apenas duas posições possíveis, ou Deus determina as ações do Homem, ou Ele não determina estas e o homem é completamente autônomo.


Concordamos que este é um ponto de difícil compreensão. Alguns tentam contornar este problema dizendo que Deus não determina, na realidade, mas como Ele tudo conhece de antemão, Ele “determinaria”, ou “predestinaria”, as coisas que Ele sabe que irão acontecer. Ou seja, a sua determinação é dependente do Seu conhecimento prévio, de sua onisciência. Com isso, procura-se deixar as pessoas “livres”.


Será que é mesmo assim e que esta posição resolve o problema? Cremos que não! Querer resolver o problema da “liberdade humana” ancorando a soberania de Deus e a sua predestinação na onisciência dele, traz uma solução apenas aparente mas não real. A Confissão de Fé de Westminster, em seuCap. III, seção 2, diz que Deus “... não decreta coisa alguma por havê-la previsto como futura”.


Vejamos a posição contrária: se ele determina, simplesmente porque conhece de antemão (como, por exemplo, falando-se das profecias registrada na Palavra de Deus), na hora em que ele houvesse determinado, essas situações se tornariam fixas e imutáveis. Dificilmente um cristão dirá que Deus não é soberano, ou que ele não cumpre o que profetizou. Sendo Ele soberano as coisas serão cumpridas, como previamente registradas. Como fica, então, a defesa da liberdade irrestrita das pessoas, do “livre arbítrio”, neste sentido? E se os homens, segundo esse conceito, que são os agentes diretos do cumprimento das determinações que Deus colocou no seu plano (apenas “porque Ele já conhecia”), na última hora resolverem “mudar de idéia”, como fica esse plano de Deus? Deus também ficará mudando, à mercê das determinações do homem, e até quando?


Vemos que procurar escapar à imensa evidência bíblica que ensina a irrestrita soberania de Deus, o seu plano sábio e sua onipotência no cumprir tudo que antes predeterminou, com o sofisma de que Deus realmente não determina, mas apenas conhece previamente, não traz qualquer pretensa “liberdade” ao homem, a não ser que se pretenda reduzir o poder de Deus. A seguir, temos um diagrama com as diferentes alternativas, posições e algumas referências bíblicas, mostrando como podemos organizar os dados das Escrituras e, até onde levam alguns pensamentos e deduções:
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V. A Predestinação


Dentro do contexto bíblico, que estamos estudando, a Predestinação é simplesmente um ponto específico deste plano de Deus. O nosso Deus é soberano e não existe uma área sequer do universo, da nossa vida e existência, que não esteja sob esta soberania e regência, inclusive a questão da salvação de almas.


A. Definição: Poderíamos definir a Predestinação como sendo:
O aspecto da pré-ordenação de Deus, através do qual a salvação do crente é considerada efetuada de acordo com a vontade de Deus, que o chamou e o elegeu em Cristo, para a vida eterna, sendo a sua aceitação VOLUNTÁRIA, da pessoa e do sacrifício de Cristo, uma CONSEQUÊNCIA desta eleição e do trabalho do Espírito Santo, que efetiva esta eleição, tocando em seu coração e abrindo-lhe os olhos para as coisas espirituais.


B. A Fonte da Predestinação: É a Soberana Vontade de Deus. No capítulo 6 do Evangelho de João, temos três versículos pertinentes: 37 – “Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora”; 44 – “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer;e eu o ressuscitarei no último dia”; e 65 – “E prosseguiu: Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido” (veja também – Ef 1.4, 5 e 11; Rm 9.11, 16).


C. A Causa da Predestinação: É a misericórdia infinita de Deus e a manifestação de sua glória. Rm 9.23 diz – “... a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão” (veja também – Rm 11.33; Ef 1.6 e Jo 3.16).


D. Os Objetos da Predestinação: Pessoas pecadoras. Note Jo 1.12 e 13 – “ Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos deDeus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (veja também esses versos, todos em João – 5.21; 6.65; 10.26 e 27; 12.37-41; 15.16; 17.6-8).
E. Os Meios para a concretização da Predestinação:


1. O chamado externo – Mt 22.14 “ Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” .


2. A resposta ao chamado interno (crença) – At 13.48 “... e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna”.




VI. A Doutrina da Predestinação, na História


Vamos dar uma olhada “relâmpago” na acolhida, exposição e reflexos das doutrinas relacionadas com a Soberania de Deus, com Seus decretos e,especialmente, com a Predestinação através da história:


A. Entre os Judeus: Os Judeus aceitavam normalmente a idéia de Deus, expressa no Antigo Testamento, que o apresenta como estando em controle de tudo e de todos, dirigindo os passos e os destinos dos homens, como indica Pv 16.33 – “ A sorte se lança no regaço, mas do SENHOR procede toda a decisão” (veja também – Am 3.5 e 6; Is 45.7 e Jo 9.2).


B. Na História da Igreja Neo-testamentária:
1. Ensinada por Jesus – Jo 5.21; 6.65; 10.27; 15.16.
2. Explanada por Paulo – Rm 9.1-16; Ef 1.4,5-11.
3. Registrada por João, Lucas e outros: Jo 1.12,13; At 13.48


4. Aceita pelos Patriarcas da Igreja, como por exemplo: Policarpo, Irineu e Eusébio.


5. Contestada pelos ramos heréticos da Igreja, dos quais o maior expoente, nos primeiros séculos, foi PELÁGIO, que defendia o livre arbítrio irrestrito, em oposição a AGOSTINHO, que defendeu e enalteceu a Soberania de Deus em todas as esferas, principalmente na salvação de almas.


6. Esquecida pela Igreja Católica, na medida em que ela foi se formando entrelaçada ao Estado, após a regência do Imperador Constantino. Este esquecimento foi paralelo ao de outras doutrinas cardeais da Bíblia, que foram sufocadas e suplantadas pelas tradições e conveniências da Igreja,concretizando-se no humanismo pragmático de Tomás de Aquino.


7. Reaparecida em todos os movimentos Pré-reforma que desabrocharam na Idade Média, sendo uma constante, paralelamente às outras doutrinas chaves da Bíblia, entre os Valdenses (seguidores de Waldo), os Hussitas (seguidores de João Huss) os Lolardos (seguidores de Wyclif), etc.




8 .Revivida por Lutero, na Reforma do Século XVI, que despertando para as doutrinas fundamentais que haviam sido mumificadas pela Igreja Católica, adefende e a proclama, principalmente em seu livro: “De Servo Arbitrio” (A Prisão do Arbítrio), escrito em resposta a Erasmo de Roterdã.




9. Constante em todos os movimentos Pós-reforma, como por exemplo nos escritos e tratados de Melânchton, Zuínglio, João Knox, etc.


10. Sistematizada, em seus ensinamentos, por João Calvino, que reapresenta e sistematiza a posição de Paulo e de Agostinho em seu tratado “Institutas da Religião Cristã”, e em outros livros e comentários bíblicos que escreveu, fundamentando a posição da Igreja Protestante contra os Arminianos.










11. Atacada apenas, nesta ocasião, por Jacobus Armínius e seus seguidores, que assumiram a posição de Pelágio (vide item 5, acima), levando ao posicionamento contrário, oficial, conhecido como os cânones de Dort (Dordrecht) – que resume a doutrina reformada sobre a soberania de Deus na salvação , refletindo, igualmente a interpretação bíblica dessas doutrinas contidas no Catecismo de Heildelberg e na Confissão de Fé Belga.


12. Constituída no posicionamento oficial de quase todas as denominações que se afirmaram após a Reforma:


PRESBITERIANOS—A apresentam na Confissão de Fé de Westminster, principalmente nos capítulos V, VIII, IX, X, XI e em várias perguntas e respostas dos Catecismos (Breve e Maior).


BATISTAS—Estes adotaram a Confissão de Fé de Londres (1689, na Inglaterra e 1742 nos Estados Unidos), que é semelhante em tudo à de Westminster,exceto na forma prescrita para o batismo.


CONGREGACIONAIS—Na sua doutrina soteriológica se assemelhavam aos Presbiterianos. Alguns puritanos (caracterizados pela convicção plena da soberania de Deus) eram presbiterianos, outros (como Roger Williams, na América) eram batistas, mas muitos eram congregacionais, como Jonathan Edwards.


ANGLICANOS—Na primeira reestruturação desta Igreja, sob Edward VI, quando foram escritos os 42 Artigos de Fé, a soberania de Deus e a posição Calvinista, sobre a salvação, foi retratada e defendida.


13. Presente nas mensagens dos grandes pregadores dos séculos 17 a 19, tais como CHARLES SPURGEON—O grande pastor batista, que muito escreveu sobre eleição e soberania de Deus.
J. EDWARDS e GEORGE WHITEFIELD, nos EE UU, e muitos outros de tradição puritana.






14. Considerada como o esteio da Igreja e da Nação Holandesa, durante séculos (na forma mais abrangente da Soberania de Deus – pois penetrou a vidaplena da nação, inclusive na política), o que pode ser constatado nos movimentos missionários e de catequização deflagrados pelos holandeses nos séculos 16 e 17 e, mais contemporaneamente, nas vidas e escritos de KUYPER, BAVINCK e outros ilustres homens de Deus, daquele país.


15. Considerada a mola mestra dos movimentos missionários desencadeados pela Igreja Norte Americana, pois constituía a doutrina explanada pelos grandes doutores, tais como Charles Hodge, Benjamin Warfield, Dabney e tantos outros. Neste sentido, esteve presente no Brasil desde o início da Igreja Presbiteriana, pois era a doutrina dos antigos missionários (a começar com Simonton – discípulo de Hodge) e dos primeiros pastores formados por estes, tais como o Dr. Antônio Almeida e muitos outros.


16. Infelizmente, esquecida e relegada a segundo plano por quase todo o mundo evangélico contemporâneo, mais preocupado que está com os “modismos” da época, em vez de concentração nas raízes sólidas da doutrina bíblica e na aplicação destas às pessoas, em todas as suas atividades. Este esquecimento foi provavelmente causado pelo advento do Dispensacionalismo, há cerca de 150 anos, que, popularizado pela Bíblia de Scofield, tomou conta da mensagem e da teologia da maioria das denominações, até da Igreja Presbiteriana, no maior reavivamento de Pelagianismo e Arminianismo desde a aparição destas correntes.


17. Necessária no ensinamento das Igrejas, que deveriam rever os seus Padrões de Doutrina, achegando-se cada vez mais à Palavra, para que a posição de Deus venha a ser exaltada, e para que o Evangelho puro possa ser pregado, para a glória do Seu Nome.
Acreditamos, portanto, que a Doutrina da Predestinação é bíblica; harmoniza-se com o todo da revelação da pessoa de Deus, conforme as Escrituras; e tem sido sustentada pelo testemunho dos segmentos fiéis da igreja de Cristo. Em artigo próximo, examinaremos algumas objeções contra a doutrina da predestinação e concluiremos este estudo.



RESUMO. No tocante à eleição e predestinação, podemos aplicar a analogia de um grande navio viajando para o céu. Deus escolhe o navio (a igreja) para ser sua própria nau. Cristo é o Capitão e Piloto desse navio. Todos os que desejam estar nesse navio eleito, podem fazê-lo mediante a fé viva em Cristo. Enquanto permanecerem no navio, acompanhando seu Capitão, estarão entre os eleitos. Caso alguém abandone o navio e o seu Capitão, deixará de ser um dos eleitos. A predestinação concerne ao destino do navio e ao que Deus preparou para quem nele permanece. Deus convida todos a entrar a bordo do navio eleito mediante Jesus Cristo.

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Respondendo ao Tolo


"Responda ao insensato como a
sua insensatez merece"
"Como poderíamos entender o capítulo 26 de Provérbios versículos 4 e 5?


"Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia; para que também não te faças semelhante a ele.
Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus próprios olhos." (Prov. 26:4-5).




A aparente contradição existente nesses dois versículos é eliminada quando os analisamos global e minuciosamente.


Em primeiro lugar, este Provérbio com seus afins, foi escrito para nos mostrar dois aspectos: a) o dilema daqueles que querem arrazoar com os que não são razoáveis; b) nós mesmos somos insensatos em potencial.


Em segundo lugar, o sentido basilar desses versículos é que nada se pode fazer com os insensatos, porque quem entra em diálogo com eles, isto é, no seu próprio nível, vai solidificá-los na sua ignorância e rebaixar-se por nada: v.4. E, quem tentar elevar o nível deles por esse meio, dar-lhes-á um falso conceito de si mesmo, sem alterar o seu caráter em nenhum pormenor: v.5.


Também podemos ler com mais clareza estes versículos na Bíblia NVI, onde parece esclarecer o sentido da pergunta feita no início: "Não responda ao insensato com igual insensatez, do contrário você se igualará a ele. Responda ao insensato como a sua insensatez merece, do contrário ele pensará que é mesmo um sábio." (Provérbios 26:4-5)

Fontes de pesquisas:
A Bíblia Responde, CPAD, 2ª ed
Bíblia Trad. ACeRF
Bíblia na trad. NVI

OUÇA A PALAVRA DO SENHOR

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A punição de Acã



Tomaram, pois, aquelas coisas do meio da tenda, e as trouxeram a Josué e a todos os filhos de Israel; e as puseram perante o SENHOR.


Então Josué, e todo o Israel com ele, tomaram a Acã filho de Zerá, e a prata, e a capa, e a cunha de ouro, e seus filhos, e suas filhas, e seus bois, e seus jumentos, e suas ovelhas, e sua tenda, e tudo quanto ele tinha; e levaram-nos ao vale de Acor.


E disse Josué: Por que nos perturbaste? O SENHOR te perturbará neste dia. E todo o Israel o apedrejou; e os queimaram a fogo depois de apedrejá-los. 
Josué 7:23-25



 Deus foi justo ao punir a família de Acã junto com ele? JOSUÉ 7:15, 24 


Quando Acã cometeu um crime passível da pena de morte perante Deus, a Bíblia diz que seus filhos foram apedrejados junto com os pais "por todo o Israel", que, "depois de apedrejá-los, queimou-os" (v. 25). Contudo, as Escrituras declaram que Deus não pune os filhos pelos pecados de seus pais (Ez 18:20), nem destrói o justo com o ímpio (Gn 18:23).


Há duas respostas para este problema.


Alguns argumentaram que os filhos de Acã não sofreram a pena de morte junto com ele, mas simplesmente foram trazidos até o local da punição, para que o evento lhes servisse de advertência. Em favor disso, várias observações são feitas A primeira é que em parte alguma do texto é dito que alguém mais, além de Acã, tenha também cometido o crime. Deus declara que será tido como culpado "aquele que for achado com a cousa condenada" (v. 15). Também, somente Acã confessou: "Verdadeiramente pequei contra o Senhor" (v. 20) e "cobicei os" (v. 21).


A segunda é que o texto declara que "Israel o apedrejou" (v. 25). A referência a "queimou-os" (v. 25) refere-se à prata, ao ouro e à capa que ele tinha tomado (v. 21 e 24).
A terceira observação feita é que apedrejar toda a família de Acã por esse crime seria uma clara violação da lei do AT, que diz enfaticamente que "o filho não levará a iniqüidade do pai" (Ez 18:20).


O problema mais sério com esta posição é que o versículo 25 diz "e, depois de apedrejá-los, queimou-os". Apedrejar objetos sem vida é algo que não faz muito sentido. Pelo contrário, isso parece ser uma referência a Acã e à sua família.


Outra posição reconhece que a família de Acã foi apedrejada com ele, mas argumenta que eles eram cúmplices no crime, e assim foram punidos por seus próprios pecados, não pelo de Acã. Esta posição observa o seguinte:


Primeiro, argumenta-se que seria altamente improvável Acã ter feito o que fez e escondido o material roubado na tenda da família sem que os familiares ficassem sabendo.


Segundo, a culpa da família fica precisamente explícita porque ela toda foi punida. Como era proibido punir alguém pelos pecados de outrem, a família deve ter pecado junto com ele, pois em caso contrário os familiares não teriam sido punidos também.


Terceiro, Deus tem o direito de tomar a vida, já que foi ele quem a deu (Dt 32:39). Jó corretamente declarou: "o Senhor o deu, e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!" (Jó 1:21).


Quarto, não é feita referência alguma a crianças pequenas na família de Acã; porém, mesmo que houvesse, Deus tem a soberania e o direito de tomá-las, e às vezes o faz por meio de enfermidades, sem que haja qualquer implicação de que elas sejam culpadas. Além disso, os pais sendo mortos, as crianças ficariam sem estes para as cuidarem. Seria um ato de maior misericórdia, por parte de Deus, levá-las para junto de si. Isso porque as crianças que morrem antes da idade em que são responsáveis são salvas; não há problema quanto ao seu destino eterno.




Também falho

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Padre é afastado por usar a Bíblia nas missas


Em um país que já se acostumou a ver padres como Marcelo Rossi e Fábio de Melo atraírem multidões é de se estranhar que o sacerdote Luiz Augusto Ferreira da Silva, 51, da paróquia Sagrada Família em Goiânia seja punido por ser popular.


Chamado de “evangelizador das multidões”, em sua igreja recolhia mensalmente cerca de R$ 450 mil em dízimo (a maior arrecadação de Goiás). Além das missas concorridas, o padre liderava projetos sociais que faziam distribuição de cestas básicas, acolhia moradores de rua e ajudava dependentes químicos com parte da arrecadação. Padre Luiz levava alimentos, brinquedos e celebrava missas para as pessoas que moram em meio ao lixo depositado diariamente no aterro sanitário de Aparecida de Goiânia.




Dom Washington proibiu o padre de celebrar missas e apresentar programas de rádio e TV.


Depois de 15 anos na Sagrada Família, Luiz Augusto, teve de restringido o seu contato com os fiéis por imposição da Arquidiocese de Goiânia. Transferido de paróquia duas vezes por ordem de dom Washington Cruz, arcebispo de Goiânia, está agora proibido de celebrar missas para o público e de participar de programas de rádio e de TV.


Segundo a reportagem da revista ISTO É desta semana, não há um motivo claro para essa decisão. “Trata-se de um caso de nítida perseguição a esse sacerdote, um líder nato que arrebanha multidões, mas causa inveja e ciúme”, disse à revista a odontopediatra Soraya Sebba Chater.


Ela conta que foi criada uma comunidade virtual de apoio ao padre e uma passeata em favor do padre com seis mil fiéis, além de um abaixo-assinado apoiado por cinco mil pessoas pedindo a permanência do pároco na Sagrada Família.


Entre os insatisfeitos está Maria Dulce Loyola Teixeira, 60, que relata a indignação dos fiéis em um blog. Ela disse: “O público se manifesta, canta, há uma grande euforia nas pregações do padre Luiz Augusto. E os superiores dele veem nisso um excesso”.


Ainda segundo a revista, um dos motivos para a censura é a liturgia empregada pelo sacerdote, pois ele usa a Bíblia e não os tradicionais folhetos em suas cerimônias. No site A Redação,a leitora Jessika Vitória, que afirma conhecer o padre e seu trabalho, deixou o seguinte comentário “Só porque ele não usava folheto na missa e fazia uso da Bíblia era perseguido”.


Um sacerdote funcionário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo, declarou: “Eu acredito que o afastamento dele deve ter partido de uma regra disciplinar do próprio bispo local.”


Segundo a arquidiocese, Luiz Augusto está passando por um processo de “correção da postura pastoral”, que incluem aconselhamentos com o bispo auxiliar de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello.


Em sua defesa, o padre afirma apenas que “Sinceramente, não vejo motivo para eu seguir afastado… Passei pela Canção Nova (comunidade), onde padres celebram normalmente. Vejo o mesmo na Shalom. Eu não escolheria vir para cá, quando fui transferido da Sagrada Família, se soubesse que aqui eu não poderia celebrar… Se a arquidiocese tem a intenção de me corrigir, me ajudar, tudo bem. Mas seria falso se dissesse que estou contente”.


Fonte: noticias.gospel
Com informações A Redação e Isto É






Só não consigo entender como alguém que ama a palavra de Deus pode permanecer submisso a líderes que colocam a tradição acima do evangelho? No lugar desse padre, eu me separaria dessa instituição religiosa e passaria a pregar por conta própria ou em uma igreja onde o Espírito Santo tenha total liberdade. Quem sabe assim toda essa multidão que o ouvi, também seria liberta dos ensinos cegos desses "Nicodemos" religiosos.


A inveja é uma desgraça desde o começo do mundo...foi a inveja que matou Caim...
E o sábio Salomão disse sobre a inveja...a mente tranquila dá saude ao corpo.
Mas a inveja apodrece os ossos; Prov14:30. 
Alguem discorda?

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Salve Jorge!A Lenda do Santo Guerreiro


No dia 23 de abril há uma grande movimentação na esfera espiritual. De acordo com a tradição, essa é a data da morte de um soldado romano que virou santo e teria morrido nesse dia, mas é celebrado também em 3 de novembro (reconstrução da igreja dedicada a ele, onde estariam suas supostas relíquias). “Padroeiro” da Inglaterra, Portugal, Geórgia, Lituânia, Catalunha,  Moscou e, extra-oficialmente, do Rio de Janeiro (o oficial é “são” Sebastião), também é “patrono” dos escoteiros e da cavalaria do Exército Brasileiro. Trata-se de “são” Jorge”, um dos “santos” mais populares do mundo, cultuado em imagens, figuras, medalhas e até em tatuagens. Sua imagem é vista em templos católicos, bares, clubes de futebol, prostíbulos, padarias, bancas de revista e delegacias do Oiapoque ao Chui. 


Celebridades declaram sua “devoção” ao capadócio: Zeca Pagodinho gravou a música “Ogum”, cheia de sincretismo, com a oração de “são” Jorge no final feita por Jorge Benjor (que também compôs “Jorge da Capadócia”, interpretada por Caetano Veloso, Fernanda Abreu e Racionais MC’s). Moacyr Luz e Aldir Blanc também prestaram sua “homenagem” em “Medalha de São Jorge”, gravada por Maria Bethânia. Artistas que são verdadeiras figurinhas carimbadas nos terreiros e encruzilhadas deste país.


A banda Angra também usou a imagem do “santo” no seu álbum “Temple of Shadows”, e é até comum ouvir por aí a expressão “vestido com as armas de Jorge”, como fórmula mágica ou vacina contra malefícios. As tatuagens com o “santo” estão entre as que fazem mais sucesso no Brasil. “São” Jorge é “padroeiro” do Corinthians, que fez uma camisa especial com sua imagem.


A famigerada Rede Globo agora anuncia que vai lançar uma novela, escrita pela insuportável Glória Perez, com título “Salve Jorge”. A cúpula global despista dizendo que o enredo não trata de religião, mas sim de “assuntos como tráfico de pessoas, tendo como ambiente o morro do Alemão e a Turquia”. A auto-denominada “escritora” da trama filosofou no twitter que “a fé nele [‘São’ Jorge] existe e vamos mostrar: a fé na força que temos para vencer os dragões que a vida nos reserva”. Mas a emissora já admite alterar o título “para não desagradar o público que não crê no santo católico” (leia-se “evangélico”).


Todo esse rebuliço começou lá na Capadócia (atual Turquia), onde o “santo” teria nascido quase no fim do terceiro século da era cristã. Não se sabe como, ele foi parar em Israel com sua mãe, Lida. Seguiu a carreira militar e logo virou capitão na corte imperial em Nicomédia – de novo sem explicação, reapareceu na Turquia. Também não se explica como ele se converteu, e resumindo, na perseguição movida pelo imperador Diocleciano contra os cristãos no ano 303, o jovem capitão se recusou a venerar as estátuas dos antigos ídolos (suprema ironia!), e foi torturado até a morte. A história é mais ou menos a mesma de Cosme e Damião: duzentos anos depois construíram uma capela para ele e começou a idolatria ao seu redor.


E como se não bastasse a ironia do “mártir-que-combate-a-idolatria-mas-se-torna-ídolo”, ainda há o disparate do dragão. Antes de prosseguir, pergunto: quem aí com mais de 6 anos de idade ainda acredita em dragões? É que o “santo” é sempre retratado lutando com esse bicho imaginário. Pergunto qual o devoto que toparia deixar o mito de lado e aceitaria o “são” Jorge sem dragão. Mesmo que se faça um grande exercício de interpretação e se diga, por exemplo, que o dragão significa a maldade, as coisas ruins, as más energias, até mesmo o Diabo, não se pode negar que o cerne da crença é um conto de fadas hollywoodiano, popularesco e embebido em sincretismo de alta octanagem – precioso ao clero católico, pois permite pescar um número maior de incautos.


Uma vertente do mito diz que, assim como o nórdico caçador de dragões Sigurd, Jorge era filho de um senhor feudal. Sua mãe morreu e o recém-nascido foi roubado pela Dama do Bosque (eu já tinha ouvido sobre a Dama do Lago, aquela que dá a espada Excalibur para o rei Artur, mas essa do Bosque pra mim foi novidade: outro plágio?). Crescido, foi lutar contra os sarracenos e, depois de aventuras por terra e mar, foi para Sylén, na Líbia, onde encontrou um pobre eremita que lhe relatou estar toda a cidade em sofrimento, pois um dragão de hálito venenoso e cuja pele não podia ser perfurada ia matar todo mundo. O monstro todos os dias exigia o sacrifício de uma bela donzela (dragão exigente esse; mas exigia como, por sinais de fumaça?)...  Bom, como na lenda do Minotauro, a bola da vez era a filha do rei, e lá se foi o herói enfrentar a fera. Resumindo, Jorge matou o dragão – não se sabe como, pois a pele do bicho era impenetrável, lembra? – levou a princesa para a Inglaterra, e todos foram felizes para sempre.


Outra variante diz que Jorge – dessa vez um marinheiro – acampou com sua armada numa cidade onde havia um crocodilo alado (é isso mesmo) que comia gente, e ninguém podia entrar ou sair, pois o hálito da criatura matava todo mundo (o bafo venenoso impressionava, pois é citado nas duas versões). Os habitantes começaram a sacrificar crianças para aplacar o jacarezão. 


Até aí tudo bem, só que quando chegou a vez da filha do rei, uma garota de 14 anos, trataram de arranjar um herói para salvar o couro da princesa. É sempre assim, quando o pobre está no rolo ninguém liga, mas vai mexer com a elite... logo colocam a tropa na rua. Enfim, o bacana foi lá, resolveu a parada, e ainda faturou a princesa. Vejam que a pedofilia é antiga no catolicismo, pois a princesa tinha só 14 anos.




A semelhança com a Bela Adormecida revela a origem medieval dessa mixórdia toda. Pensa-se que os cruzados ingleses foram os primeiros a levar “são” Jorge para Portugal, quando ajudaram Dom Afonso Henriques tomar Lisboa dos mouros em 1147. Tanto que o ponto mais alto da cidade é ocupado por um castelo dessa época que leva o nome do “santo”. Não há consenso, porém, sobre como teria se tornado “padroeiro” da Inglaterra. Acredita-se que foi escolhido quando o rei Artur fez bandeiras com a cena do “santo” e o dragão.


Mas o “santo guerreiro” perdeu pontos por lá recentemente. A rádio BBC perguntou aos ingleses qual o seu preferido, e o eleito foi “santo” Alba! Talvez por que o “papa” Leão XIII (em 1893) trocou o capadócio por “são” Pedro como “padroeiro” da Inglaterra, recomendação que perdura até hoje, ou então por ter sido rebaixado por Paulo VI a “santo menor de terceira categoria” (segundo a hierarquia católica). Ou seja, seu culto seria opcional e não universal. Nesse meio tempo, o político polonês Karol Wojtila, que atendia pela alcunha de João Paulo II e reinou no Vaticano no fim do século passado, o reabilitou como figura de primeira instância e “arcanjo”.


Já no Brasil, onde a mistureba católica atinge níveis inacreditáveis de contaminação, a forte influência da cultura africana ofusca o mito do mártir cristão. No candomblé e na umbanda, ele é associado ora a Ogum, ora a Oxossi, “orixá da lua”. A tradição diz que as manchas na Lua representam o “santo” a cavalo, pronto para defender seus devotos.


As religiões afro seguem uma cosmogonia particular, animista e mais parecida com os cultos indígenas e orientais, mas daí o cristão adotar tudo isto como verdade e ainda insistir que é normal, já é demais. O interessante, que o católico comum parece não enxergar, é que 99% dos cristãos do terceiro século foram torturados e mortos justamente por rejeitar a devoção, a veneração, as homenagens e cultos a – pasmem os senhores – ídolos, deuses, heróis, heroínas . . . representados por imagens!


Mesmo que parte da história seja verdade, o grosso é lenda. Como, aliás, ocorre com a maioria dos mártires. E querer misturar lendas, mitos, contos da carochinha de várias origens com a fé cristã, é o cúmulo do absurdo - até jacaré de asa a cristandade já tem agora. Acho que a única regra de fé e prática para quem diz acreditar em Deus tinha que ser a própria Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada e mais nada, que deveria ser lida e ensinada nos templos que se pretendem cristãos.


E a Bíblia é clara quanto a “santos” e assemelhados, doa a quem doer. É simples: se os “santos” já morreram, e se a tentativa de comunicação com os mortos é proibida (Deuteronômio 18:10-12, “Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti”), logo, quem tenta comunicação com defuntos não está em comunhão com Deus. Isaías 8:19 pergunta: “...acaso a favor dos vivos consultará os mortos?”
E os mortos – “santos”, espíritos “desencarnados”, Maria – não são nossos mediadores, como lemos em I Timóteo 2:5 – “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”. Pedir auxílio de um “santo”, um morto, um defunto, significa dizer que Cristo é insuficiente!
A oração é uma forma de culto. E foi o Senhor Jesus quem disse: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele darás culto” (Mateus 4:10). Se prestamos homenagem e pedimos graças a qualquer entidade que não Cristo ressurreto, cometemos idolatria, que Deus abomina e rejeita:
- Não farás para ti imagens esculpidas, nem qualquer imagem do que existe no alto dos céus, ou do que existe embaixo, na terra, ou do que existe nas águas, por debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto (Êxodo 20:4);
- Não vos voltareis para os ídolos, nem fareis para vós deuses de fundição. Eu sou o Senhor vosso Deus (Levítico 19:4);
- Não fareis para vós ídolos, nem para vós levantareis imagem de escultura nem estátua, nem poreis figura de pedra na vossa terra para inclinar-vos diante dela. Eu sou o Senhor vos­so Deus (Levítico 26:1);
- Confundidos sejam todos os que adoram imagens de esculturas, que se gloriam de ído­los inúteis. (Salmo 97:7);
- Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos do homem. Têm boca, mas não falam, têm olhos, mas não vêem; têm ouvidos, mas não ouvem, têm nariz, mas não cheiram; têm mãos, mas não apalpam, têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua gar­ganta; Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem, e todos os que neles confiam (Salmo 115:4-9 e 135:15-18).

Cuidado com as suas devoções!


fonte: Doa a Quem Doer.

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Tel Hazor - Israel


Também conhecida como Tell al-Qadah, Tell el-Qedah, Tel Khuraibeh, Hazzur, Waqqas


Tel Hazor  (hebraico: תל חצור ), também Hatzor, hoje Tell el-Qedah, é um dizer acima do local da antiga Hazor, cujos vestígios arqueológicos são o maior e mais rico conhecido na moderna Israel. Hazor foi uma antiga cidade localizada na Alta Galileia , ao norte do Mar da Galiléia , entre Ramá e Cades , no terreno mais elevado, com vista para o Lago Merom . Em 2005, os restos de Hazor foram designadas Património Mundial pela UNESCO como parte dos Tels Bíblicas - Megiddo, Hazor, Beer Sheba .

A Cabeça de Todos os Reinos.
Conhecido nos dias de Josué como "a cabeça de todos os reinos," a contar de Hazor é hoje o maior em Israel, cerca de 200 hectares.
No seu auge no período cananeu, a cidade abrangia toda a extensão da montanha. Mais tarde, quando foi habitada por israelitas, a cidade fortificada incluída apenas a Cidade Alta.


Portas de Salomão.
Arqueólogos descobriram uma porta de seis câmaras em Hazor, que é quase idêntica em tamanho e design às portas encontradas em Megido e Gezer.
A melhor explicação para isto é que estes portões foram todos construídos pelo mesmo governo. Estas portas são um testemunho notável a atividade de construção de Salomão, conforme descrito em 1 Reis 9:15.



 Sistema de água
Um século depois da época de Salomão os israelitas construíram um eixo maciço de 40 metros de profundidade, atingindo o lençol freático abaixo.
A 19 m do eixo vertical era cerca de 15 metros quadrados e terminava num grande túnel inclinado e relativamente fácil de ser escalado que se estendia por mais de 25 metros. Este sistema é semelhante aos de Megiddo e Gibeão.






  Edifício Cananeu
Alguns dos restos mais impressionantes a partir da data Hazor à Idade Média e Idade do Bronze, quando os cananeus viviam na cidade.
Muitas estruturas na Cidade Baixa eram estruturas cultuais e incluiam figuras religiosas ou menires. Alguns edifícios eram alinhados com esteios de basalto.




Fundamentos “sobre a Rocha”.
Este tipo de construção, mais conhecido como um edifício tripartido israelita de pilares, foi encontrado em diversos locais em todo o país.
Muitas funções para este tipo de estrutura têm sido sugeridos. Alguns arqueólogos acreditam que estes foram utilizados para o armazenamento de alimentos, mais provavelmente, a principal função deste edifício era para abrigar a cavalaria real.





Quarto da Casa
Este estilo de construção popular seria mais conhecido como uma "casa pilares" do que pelo número de quartos na mesma. Encontrado em toda Israel a partir do momento da liquidação dos israelitas, o número de quartos na habitação pode variar, mas sempre é caracterizada por uma linha ou dois dos pilares que separam o pátio central da sala ao lado.

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