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Rodes a Cidade Evangelizada por Paulo


Localização
Localizado em Creta na Ásia Menor, a ilha de Rhodes foi a porta de entrada para o Mar Egeu. Os numerosos portos na ilha de Rodes tornou-a num ponto de trânsito para o transporte ideal no mundo antigo. Com 300 dias de sol em média por ano e as praias limpas e de areia fina tornou-se um convite à estadia e ao descanso retemperador dos navegantes. Nos tempos da antiga Grécia era também conhecida pela ninfa de Rhodos, filha de Afrodita.


Colosso de Rodes
Uma das sete maravilhas do mundo antigo era o Colosso de Rodes. Construída entre 304 e 292 aC, a estátua de bronze de 105 pés (32 m) de altura e comemorava a vitória da ilha sobre Demétrio em 304-303 aC. Representava o deus do sol Apolo (Helios) e pode também ter servido como um farol. O Colosso de Rodes foi destruído por um terramoto em 227-226 aC, e os seus restos foram levados por invasores árabes 800 anos depois. Segundo a tradição, foi transportado por 1.000 camelos.


Herodes, o Grande
A importância de Rodes, no período do Novo Testamento é atestada pelas visitas de Herodes, o Grande, à ilha. Herodes passou por Rhodes no seu caminho para Brundisium no BC 40 (Ant 14:370-78; Guerra 1,277-81). Após a derrota de António em Actium, em 31 aC, Herodes voltou a Rhodes para professar a sua lealdade para com Augusto. O imperador confirmou Herodes e honrou. Herodes reconstruiu o templo de Apolo Pythios em Rodes.


Visita de Paulo
Paulo visitou a ilha ao retornar a Jerusalém de sua terceira viagem missionária. Atos 21:1 "E ACONTECEU que, separando-nos deles, navegamos e fomos correndo caminho direito, e chegamos a Cós, e no dia seguinte a Rodes, de onde passamos a Pátara.” Uma tradição diz que o navio de Paulo desembarcou num porto no Lindos em Rhodes, e outra tradição diz que ele viajou por toda a ilha a difundir o evangelho. Não há nenhuma evidência de qualquer tradição.


A Cidade Velha
A Cidade Velha deve a sua aparência atual em grande parte aos Cavaleiros de São João, a partir do séculos 14 e 15. Os Cavaleiros seguindo próximo da cidade Hippodamean e às vezes, pelas suas ruas na rota exata desde o quinto século. A rua principal, hoje, Rua Sokratous foi também a principal rua comercial no período helenístico.


Templo de Atena Lindian
A Cronica de Lindos é uma Estela com uma inscrição que data de 99 aC. Foi descoberta em reutilização como pavimentação de pedra numa igreja abaixo da acrópole de Lindos. A inscrição começa com uma decisão, durante o sacerdócio de Teisylos. Na Estela encontra-se  uma gravação referindo oferendas e votos  que haviam sido perdidas no tempo. O que se segue é uma lista em três colunas de votos, junto com um registo de três epifanias da Lindian Athena. Entre os listados estão figuras mitológicas e reis, incluindo Minos, Héracles, Telephos, Helena de Troia  a cidade de Cirene, Kleoboulos, Amasis Faraó, e Alexandre, o Grande.


Galeria Bíblica e Arqueologia

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A Matemática do Casamento (Gn.2.24)



Casamento tem suas leis e princípios estabelecidos por Deus.
Ele tem sua lógica, cabe a nós segui-las e pólas em praticas.
A exemplo da matemática, o casamento tem 4 equações fundamentais

O casamento:

I. INICIA COM A SUBTRAÇÃO (Gn.2.24): “deixará”.

Quem entra no casamento precisa saber subtrair:
1. A independência de solteiro:
a) Não decidir as coisas sozinhos.
b) Agora são duas opiniões.

2. A proteção paterna:
a) Aquela atitude que na casa do pai era sim.
b) Agora é uma nova casa e vocês precisam proteger-se mutuamente.

3. Os hábitos emocionais:
a) Cada um tem seus gostos, suas vontades e seus comportamentos.
b) Alguns deles precisaram ser subtraídos para uma boa convivência.



II. PROSSEGUE COM A ADIÇÃO (Gn.2.24): “unir-se-á”.

A união conjugal:
1. É uma soma misteriosa:
a) Pois duas pessoas por meio da união se tornam indivisível e indissolúvel.
b) Deus na criação de um fez dois, já no casamento de dois faz somar um.

2. É uma soma de sonhos, alvos e propósitos:
a) A soma de vossos sonhos, alvos e propósitos conduzira-los a um futuro feliz.
b) Que vocês possam somar as mesmas convicções.


III. CONTINUA COM A MULTIPLICAÇÃO (Gn.1.28): “multiplicai-vos”.

1. O casamento é a multiplicação de afetividade:
a) O amor é uma semente que se regarmos multiplicar.
b) O dialogo é o segredo do relacionamento, Por isto devemos aumentá-lo.
c) A participação é um dever dos cônjuges, isto não deve ser negado.

2. O casamento é a multiplicação de realizações:
a) Espirituais: os dois crescendo juntos na presença de Deus.
b) Materiais: os dois adquirindo juntos com a benção de Deus.
c) Familiares: os dois gerando filhos que são heranças do Senhor.


IV. PERDURA COM A DIVISÃO (1Co.7.3): “pague”.

1. No casamento não deve haver espaço para acúmulos egoísticos:
a) Só prevalecem os meus interesses e gostos.
b) Só quê receber e não dá nada.

2. No casamento devemos compartilhar:
a) Nossas necessidades: cada cônjuge tem sua necessidade básica.
b) Nossas emoções: sejam elas boas ou ruins.

3. No casamento quando dividimos, ficamos com um saldo maior:
a) Quanto mais investirmos no outro, mais nosso saldo aumenta.
b) Quanto mais buscamos o interesse do outro, mais o nosso é realizado.



Conclusão

É preciso deixar para se unir.
É preciso unir para multiplicar.
E é preciso dividir para crescer, para ter saldos ainda maiores.
Que o bondoso Deus abençoe a vocês. Amém.






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Estêvão teria errado ao citar que "setenta e cinco" pessoas teriam ido ao Egito, enquanto a passagem de Êxodo afirma terem sido "setenta" pessoas?



"Estêvão estava diante de uma audiência judaica cuja primeira língua
era o grego"

Como leitores constantes da Palavra de Deus, podemos perceber que várias passagens do A.T. são citadas no N.T. e algumas delas apresentam alguma aparente contradição quando lemos superficialmente os textos, mas ao analisarmos melhor, descobrimos que a aparente contradição acrescenta ou omite detalhes. Um exemplo disso é quando Estêvão cita que o povo de Israel foi escravizado e maltratado por quatrocentos anos (At. 7:6), arredondando o número. 

Neste caso, não podemos pensar que Estêvão teria negligenciado o número exato de anos que seria de quatrocentos e trinta anos como cita Êxodo 12:40, pois as Escrituras afirmam que Estêvão era homem cheio de fé e do Espírito Santo e de poder (At. 6:5-8) ninguém podia resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava (At. 6:10). 

Levando em consideração tais afirmações, entendemos que Estêvão era um profundo conhecedor das Escrituras, isso é confirmado pelo seu depoimento e defesa a partir do capítulo 6 e no capítulo 7 de Atos dos Apóstolos. Portanto, o que ele fez foi apenas arredondar o número. Algo semelhante ao que fazemos substituindo os anos exatos como "1985" por década de 80.


Voltando a pergunta inicial. Por que Estêvão cita "setenta e cinco" pessoas, se o texto ao qual ele se referiu que foi Êxodo 1:5 diz que eram "setenta" o número de pessoas que desceram ao Egito?

De acordo com Êxodo 1:5: "Todas as almas, pois, que procederam dos lombos de Jacó, foram setenta almas; José, porém, estava no Egito." Este texto diz que foram apenas "setenta" descendentes que desceram ao Egito com Jacó. Mas ao relatar o incidente em Atos 7:14, ele dá o número de "setenta e cinco" pessoas. Isso parece uma contradição, não parece?

Estêvão na ocasião de seu discurso estava cheio do Espírito Santo (At. 7:55), e isto por si só já indica que não poderia ter se enganado. Esta diferença pode ser explicada pelo fato de que Estêvão estivesse citando com base na Septuaginta (a versão grega do A.T.), que afirma: "Todas as almas descendentes de Jacó eram setenta e cinco" (Êx 1:5); e não com base na versão hebraica, que afirma: "Todas as pessoas, pois, que descenderam de Jacó foram setenta; José, porém, estava no Egito". A diferença surge em função da maneira como os totais são calculados.

Jacó tinha doze filhos. Acrescentando-se os seus netos e bisnetos, o total é 66. Acrescentando-se Efraim e Manasses, que nasceram de José no Egito, o total chega a 68. Com Jacó e sua esposa dá 70, como o texto hebraico registra. A Septuaginta, contudo, começando com os 12 filhos de Jacó, acrescenta seus 54 netos e bisnetos, que dá 66; acrescenta ainda os sete descendentes de José, que provavelmente eram filhos de Efraim e Manasses, e que nasceram algum tempo depois da migração de Jacó ao Egito, mas antes da sua morte. A Septuaginta omitiu também Jacó e sua mulher. Isso dá um total de 75 pessoas, como Estêvão mencionou na passagem de Atos.

Na Septuaginta no texto de Gênesis 46:20 temos a explicação da aparente discrepância: neste versículo a Septuaginta dá os nomes de quatro netos e um bisneto de José, ao passo que o texto massorético não menciona nomes. Outro detalhe que ocorre é que na ocasião Estêvão estava diante de uma audiência judaica cuja a primeira primeira língua era o grego, por isso seguiu a Septuaginta em vez do texto hebraico para o número de pessoas na família de José - setenta e cinco ( o texto hebraico padrão posterior traz setenta; um texto hebraico dos Manuscritos do Mar Morto concorda com a Septuaginta dando o número de setenta e cinco pessoas).





               TEXTO HEBRAICO               TEXTO GREGO
Jacó e sua esposa                       2                                    Não contados
Filhos de Jacó                           12                                           12
Netos e bisnetos de Jacó           54                                           54
Filhos de José:
Efraim e Manassés                      2                                             2
Outros descendentes
de José no Egito                  Não contados                                 7
TOTAL                                     70                                           75




Bibliografia:
GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
STERN, David H. Comentário Judaico do Novo Testamento: 2ª Ed. Belo Horizonte: Editora Atos, 2008
KEENER, Craig S. Comentário Bíblico Atos. Novo Testamento: 1ª ed. Belo Horizonte: Editora Atos, 2004.

fonte: Ouça a palavra do Senhor

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Papiro que cita mulher de Jesus é falsificação.




Papiro que cita mulher de Jesus é falsificação, segundo especialista
Mestre na Universidade de Durham fala que o papiro tem trechos copiados do Evangelho de Tomé


O professor Francis Watson, da Universidade de Durham, na Inglaterra, comentou sobre o papiro divulgado pela professora Karen King da Universidade de Havard, dizendo que o objeto é uma falsificação moderna, segundo reportagem do jornal The Guardian.

Watson acredita que o papiro chamado de “Evangelho da Mulher de Jesus” é uma colcha de retalhos e que todos os fragmentos de frases que aparecem no pequeno texto foram copiados do Evangelho de Tomé, tendo apenas algumas alterações.

“Eu ficaria muito surpreso se não fosse uma falsificação moderna, ainda que seja possível que tenha sido composta desta forma no século 4″, diz o estudioso em um artigo publicado no dia 20 de setembro.


Sem criticar diretamente a professora King, Watson diz que o papiro foi montado por alguém que não é falante ativo da linguagem copta e que possivelmente o papiro é datado do século 4 e não do século 2 como a estudiosa de Harvard acredita.

Outros pesquisadores já haviam questionado a originalidade desse papiro que não apresenta frases completas. Francis Watson acredita que as frases estejam quebradas, pois as escritas antigas, como a copta, não usavam hífens, mas ele nota que é incomum que a ruptura que aparece no Evangelho de Tomé possa aparecer também no evangelho apresentado.

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Como Jesus Venceu as 3 Tentações




Na luta do cristão contra o diabo, o principal campo de batalha é a tentação. O discípulo precisa vencer o inimigo superando as tentações. Não estamos sós, contudo. Jesus tornou-se um homem, foi tentado como somos, obteve a vitória, assim mostrando como nós podemos triunfar sobre Satanás (note Hebreus 2:17-18; 4:15). É essencial, portanto, que analisemos cuidadosamente de que forma Jesus venceu.

Embora Jesus foi tentado várias vezes, ele enfrentou um teste especialmente severo logo depois que foi batizado. Lucas recorda este evento (Lucas 4:1-13), mas seguiremos a história conforme Mateus a conta: "A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome" (Mateus 4:1-2). Pelo fato que foi o Espírito que levou Jesus para o deserto mostra que Deus pretendia que Jesus fosse totalmente humano e sofresse tentação. Note estas três tentativas de Satanás para seduzir Jesus.


Primeira Tentação

A afirmação do diabo: "Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães" (4:3). O diabo é um mestre das coisas aparentemente lógicas. Jesus estava faminto; ele tinha poder para transformar as pedras em pão. O diabo simplesmente sugeriu que ele tirasse vantagem de seu privilégio especial para prover sua necessidade imediata.

As questões: Era verdade que Jesus necessitava de alimento para sobreviver. Mas a questão era como ele o obteria. Lembre-se de que foi Deus quem o conduziu a um deserto sem alimento. O diabo aconselhou Jesus a agir independentemente e encontrar seus próprios meios para suprir sua necessidade. Confiará ele em Deus ou se alimentará a seu próprio modo? Há  aqui, também, uma questão mais básica: Como Jesus usará suas aptidões? O grande poder que Jesus tinha seria usado como uma lâmpada de Aladim, para gratificar seus desejos pessoais? A tentação era ressaltar demais os privilégios de sua divindade e minimizar as responsabilidades de sua humanidade. E isto era crucial, porque o plano de Deus era que Jesus enfrentasse a tentação na área de sua humanidade, usando somente os recursos que todos nós temos a nossa disposição.


A resposta de Jesus: "Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (4:4). Em cada teste, Jesus se voltava para as Escrituras, usando um meio que nós também podemos empregar para superar a tentação. A passagem que ele citou foi a mais adequada naquela situação. No contexto, os israelitas tinham aprendido durante seus 40 anos no deserto que eles deveriam esperar e confiar no Senhor para conseguir alimento, e não tentar conceber seus próprios esquemas para se sustentarem.

Lições: 1. O diabo ataca as nossas fraquezas. Ele não se acanha em provar nossas áreas mais vulneráveis. Depois de jejuar 40 dias, Jesus estava faminto. Daí, a tentação de fazer alimento de uma maneira não autorizada. Satanás escolhe justamente aquela tentação à qual somos mais vulneráveis, no momento. De fato, as tentações são freqüentemente ligadas a sofrimento ou desejos físicos. 

2. A tentação parece razoável. O errado freqüentemente parece certo. Um homem "tem que comer" . Muitas pessoas sentem que necessidades pessoais as isentam da responsabilidade de obedecer às leis de Deus. 3. Precisamos confiar em Deus. Jesus precisava de alimento, sim. Porém, mais do que isso, precisava fazer a vontade do Pai. É sempre certo fazer o certo e sempre errado fazer o errado. Deus proverá o que ele achar melhor; meu dever é obedecer-lhe. É melhor morrer de fome do que desagradar ao Senhor.


Segunda Tentação

A afirmação do diabo: "Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se és filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra" (4:5-6). 
Jesus tinha replicado à tentação anterior dizendo que confiava em cada palavra do Senhor. Aqui Satanás está dizendo: "Bem, se confia tanto em Deus, então experimenta-o. Verifica o sistema e vê se ele realmente cuidará de ti." E ele confirmou a tentação com um trecho das Escrituras.

As questões: A questão é: Jesus confiará sem experimentar? Desde que Deus prometeu preservá-lo do perigo, é certo criar um perigo, só para ver se Deus realmente fará como disse?

A resposta de Jesus: "Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus" (4:7). A confiança verdadeira aceita a palavra de Deus e não necessita testá-la.


Lições: 1. O diabo cita a Escritura; ele põe como isca no seu anzol os versículos da Bíblia. Pessoas freqüentemente aceitam qualquer ensinamento, se está acompanhado por um bocado de versículos. Mas cuidado! O mesmo diabo que pode disfarçar-se como um anjo celestial (2 Coríntios 11:13-15) pode, certamente, deturpar as Escrituras para seus próprios propósitos. O diabo fez três enganos: Primeiro, não tomou todas as Escrituras. Jesus replicou com: "Também está escrito". A verdade é a soma de tudo o que Deus diz; por isso precisamos estudar todos os ensinamentos das Escrituras a respeito de um determinado assunto para conhecer verdadeiramente a vontade de Deus. Segundo, ele tomou a passagem fora do contexto. O Salmo 91, no contexto, conforta o homem que confia e depende do Senhor; ao homem que sente necessidade de testar o Senhor nada é prometido aqui. Terceiro, Satanás usou uma passagem figurada literalmente. No contexto, o ponto não era uma proteção física, mas uma espiritual. 

2. Satanás é versátil. Jesus venceu em uma área, então o diabo se mudou para outra. Temos que estar sempre em guarda (1 Pedro 5:8). 3. A confiança não experimenta, não continua pondo condições ao nosso serviço a Deus, e não continua exigindo mais prova. Em vista da abundante evidência que Deus apresentou, é perverso pedir a Deus para fazer algo mais para dar prova de si.


Terceira Tentação

A afirmação do diabo: "Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou- lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares" (4:8-9). Que tentação! O diabo deslumbrava com a torturante possibilidade de reinar sobre todos os reinos do mundo.

As questões: A questão aqui não era tanto a de Jesus tornar-se um rei (Deus já lhe tinha prometido isso Salmo 2:7-9; Gênesis 49:10), mas de como e quando. O Senhor prometeu o reinado ao Filho depois de seu sofrimento (Hebreus 2:9). O diabo ofereceu um atalho: a coroa sem a cruz. Era um compromisso. Ele poderia governar todos os reinos do mundo e entregá-los ao Pai. Mas, no processo, o reino se tornaria impuro. Então as questões são: Como Jesus se tornaria rei? Você pode usar um meio errado e, no fim, conseguir fazer o bem?

A resposta de Jesus: "Retira-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto"(4:10). Nada é bom se é errado, se viola as Escrituras.


Lições: 1. Satanás paga o que for necessário. O diabo ofereceu tudo para "comprar" Jesus. Se houver um preço pelo qual você desobedecerá a Deus, pode esperar que o diabo virá pagá-lo. (Leia Mateus 16:26). 

2. O diabo oferece atalhos. Ele oferece o mais fácil, o mais decisivo caminho ao poder e à vitória. Jesus recusou o atalho; Ele ganharia os reinos pelo modo que o Pai tinha determinado. Hoje Satanás tenta as igrejas a usar atalhos para ganhar poder e converter pessoas. O caminho de Deus é converter ensinando o evangelho (Romanos 1:16). Exatamente como ele tentou Jesus para corromper sua missão e ganhar poder através de meios carnais, assim ele tenta nestes dias. 

3. O diabo oferece compromissos por bons propósitos. Ele testa a profundeza de nossa pureza. Ele nos tenta a usar erradamente as Escrituras para apoiar um bom ponto ou dizer uma mentira de modo a atingir um bom resultado. Nunca é certo fazer o que é errado.

Conclusão

Nesta batalha entre os dois leões (1 Pedro 5:8; Apocalipse 5:5), Jesus ganhou uma vitória decisiva. E ele fez isso do mesmo modo que nós temos que fazer. Confiou em Deus (1 João 5:4; Efésios 6:16). Usou as Escrituras (1 João 2:14; Colossenses 3:16). Resistiu ao diabo (Tiago 4:7; 1 Pedro 5:9). O ponto crucial é este: Jesus nunca fez o que ele sabia que não era certo. Que Deus nos ajude a seguir seus passos (1 Pedro 2:21).

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Comentário teológico sobre o uso do véu em ICo 11.5




Graça e Paz a todos, hoje trazemos a debate um tema bastante controvérsio, o uso do véu. No livro de I Corintios, Paulo assevera, às mulheres cristãs de Corinto, ao uso do véu quando essas participarem de orações, na grande maioria das Igrejas evangélicas, essa prática não ocorre, mas em algumas, ela existe. Nisso surge uma problemática, o uso do véu era restrito à Igreja de Corinto, ou deveria ocorrer nas demais Igrejas da época? E mais, ele deveria ser estimulado nos dias atuais?


"APRESENTAÇÃO
Neste comentário, procuramos refutar, algumas falácias concernentes ao uso do véu e o corte de cabelo, no contexto de Corinto.

Paulo enfatiza algumas determinações alusivas ao assunto, como princípios morais e eternos ou como princípios circunstanciais? Teríamos algum respaldo, à luz da Hermenêutica Bíblica, para determinar o uso do véu para os dias atuais? Seria uma falta de decência, das mulheres cristãs a não utilização do véu?

Porque as mulheres judaicas usavam o véu? E as Helênicas não usavam? E porque era proibido as mulheres contemporâneas do Apóstolo Paulo de terem os cabelos rapados?


TRADUÇÃO LITERAL
“Toda mulher orando ou profetizando descoberta com a cabeça desonra a cabeça dela;”

EXEGESE TEOLÓGICA

Neste trecho o vocábulo mais discutido é sobre a questão do uso do véu; o que o apóstolo Paulo quis nos ensinar? Seria este um ensino de valores eternos ou circunstanciais? E qual a utilização do uso do véu hoje?

• Primeiro: À luz do contexto. O escritor fala sobre uma hierarquia na criação I Co 11:3, ordem na criação I Co 11:7-9.

• Segundo: Discorrendo no contexto cultural, observamos que, a cidade de Corinto era estrategicamente estabelecida; foi uma autêntica metrópole, abrigando judeus, gregos e romanos. Portanto, havia uma miscigenação de raças e de culturas.




A cidade fornecia mais divertimento e opções culturais que outros portos menos importantes. Lá ficava o único anfiteatro (uma construção romana) da Grécia com capacidade para mais de 20.000 espectadores. O grande templo de Afrodite, sendo a deusa identificada com a lascívia e com a prostituição cultural, seu templo abrigava mais de 1.000 prostitutas.

A cultura de Corinto não era judaica, mas grega e fortemente influenciada pelos viajantes romanos que lá passavam. Portanto eles se vestiam, comiam e se portavam diferentes dos judeus.



• Terceiro: O uso do véu.

Para os judeus era um costume antigo, que representava a decência das mulheres – Submissão das mulheres.




• Quarto: No caso de Corinto, temos um costume das prostitutas
( sacerdotisas do templo de Afrodite ) terem a cabeças rapada, e também as mulheres gregas que não se prostituíam tinham o cabelo comprido, porém não usavam o véu. Então concluímos; numa cultura a não utilização do véu poderia ser motivo para o divórcio, também poderia ser uma forma de lamento, ter a cabeça rapada ou indicar uma mulher culpada de adultério.

• As sacerdotisas do templo de Afrodite raspavam a cabeça e conforme um costume local, elas teriam que se entregar a algum desconhecido sexualmente, uma vez por ano ( havia em Corinto mil prostitutas – sacerdotisas de Afrodite ).

• Quinto: Enfatizamos, que Paulo não ensinava nesta passagem bíblica, princípios morais eternos, e assim circunstanciais, ou seja, cultural. O ensino era que, por uma questão de coerência, aqueles que quisessem manter a tradição do uso do véu hebraico deveriam também preservar o uso dos cabelos compridos presentes na cultura helênica.

Segundo o escritor Ricardo Gondim “Isto porque, da mesma forma que uma mulher sem o véu era considerada prostituta pelos judeus, uma mulher com a cabeça raspada era tida como meretriz pelos gregos”.



A decência nesta questão não seria o comprimento do cabelo, nem tão pouco o uso do véu. E sim a decência com que a mulher se apresentava na igreja e na sociedade.

É possível, encontrar ainda hoje, em pleno século XXI, seguimentos religiosos diversos que respaldando-se na sua cultura,cosmovisão religiosa ou na interpretação de trechos bíblicos sem considerar o seu contexto, criam normas,regulamentos para legitimar nos seus seguidores mecânismos de controle. 

Doravante,é preciso pois,respeitar os costumes de cada seguimento religioso,ou seja, aqueles que proibem por exemplo: o corte de cabelo para as mulheres, ou o uso de calças compridas, sem contudo condicionar ou até mesmo atrelar a salvação de uma alma a observância irrestrita aos mesmos. Pois, conforme o conceito paulino “não vem das obras para que ninguém se glorie”.


Segundo a Hermenêutica Bíblica, devemos interpretar o texto dentro dos contextos: Histórico, geográfico, sintático, gramátical, lexicológico, teológico e doutrinal. Portanto,a lei geral diz: “Que um texto fora do seu contexto, servi de pretexto”.

Não há qualquer restrição bíblica, hoje quanto ao corte de cabelo ou a proibição do uso de calças comprindas para mulheres. Deve-se respeitar o contexto religioso e cultural que o seguidor(a) estão inseridos. Entretando, salientando sobretudo que, nenhuma tradição, norma cultural está acima das Escrituras sagradas."





REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

• Chave Lingüística do Novo Testamento, Vida Nova, 2003. SP.

• É Proibido o Que A Bíblia Permite e a Igreja Proíbe, Editora: Mundo Cristão, 1998. SP.

• Léxico do Novo testamento, Grego/Português, Vida Nova, 2000. SP.

• Minidicionário da Língua Portuguesa, Aurélio Buarque de Holanda, Editora Nova Fronteira, 2000. RJ.

• Novo Testamento Grego Analítico, Vida Nova, 1987. SP.

• Pequena Gramática do grego Neotestamentário (Coinê), 8ª Edição, 1998: CEIBEL. MG.

• Seitas Proféticas, JUERP, 5ª Edição, 2001. RJ.

• Vida Cotidiana nos Tempos Bíblicos, Editora Vida, 201. SP.

fonte: Ministério CACP

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Os Zelotes


Zelota

O apóstolo Simão, possívelmente um zelota em sua origem.

O termo zelota ou zelote (do grego antigo ζηλωτής, transl. zelotes, "imitador", "admirador zeloso" ou "seguidor"; do hebraico קנאי, kanai, frequentemente usado na forma plural, קנאים, kana'im) significa literalmente alguém que zela pelo nome de Deus. Apesar de a palavra designar em nossos dias alguém com excesso de entusiasmo, a sua origem prende-se ao movimento político judaico do século I que procurava incitar o povo da Judeia a rebelar-se contra o Império Romano e expulsar os romanos pela força das armas, que conduziu à Primeira Guerra Judaico-Romana (66-70).


Judas, o galileu

Judas, o Galileu, também chamado Judas de Gamala, foi o líder da revolta judaica contra o censo romano, no ano 6 d.C.

Quando a Judeia tornou-se uma província romana, o governador da Síria, Públio Sulpício Quirino - ao qual a nova província estava vinculada -, ordenou a execução de um censo, para fins de estabelecer a carga tributária que passaria a ser cobrada da população. A medida provocou uma forte reação popular, que logo se converteu em revolta armada.

Segundo Flávio Josefo, a reação armada começou entre os judeus da Galileia, liderada por Judas, natural da cidade de Gamala, que dirigiu um assalto à guarnição romana em Séforis (capital da Galiléia).
A revolta foi duramente reprimida pelos romanos e, embora Josefo não informe o destino de Judas, é provável que ele tenha morrido em combate ou aprisionado e executado.

Judas também é citado pelo rabino Gamaliel, membro do Sinédrio (Sanedrin), como exemplo de falso messias, segundo os Atos dos Apóstolos.
Em sua "Antiguidades Judaicas", Josefo atribui a Judas de Gamala e ao fariseu Zadoq, a fundação do movimento Zelota, que pregava a luta armada contra os opressores romanos.


História

A seita foi estabelecida por Judas, o galileu, que liderou uma revolta contra a dominação Romana no ano 6 d.C., rejeitando o pagamento de tributo pelos israelitas a um imperador pagão, sob a alegação de que tal ato era uma traição contra Deus, o verdadeiro rei de Israel. Foram denominados como zelotas por seguirem o exemplo de Matatias, seus filhos e seguidores, que externaram o seu zelo pela a lei de Deus quando Antíoco IV Epifânio tentou suprimir a religião judaica, assim como o exemplo de Fineias, que também demonstrou o seu zelo no deserto, durante uma época de apostasia (Nm 25:11; Sl 106:30).

Após a destruição do Segundo Templo pelos romanos no ano 70, rebeldes Zelotas fugiram de Jerusalém para Massada. Os romanos então construíram uma enorme rampa pelo lado oeste do platô e destruíram a muralha. De acordo com o historiador Flávio Josefo, os rebeldes cometerem suicídio em massa para não serem capturados.

A seita dos zelotas é referida por Flávio Josefo como vil, que a responsabiliza pela incitação da revolta que conduziu à destruição de Jerusalém e do Templo de Salomão, referenciais para a cultura e religião judaicas.

Um dos apóstolos de Jesus Cristo é referido como "Simão, o Zelote" (Lc 6:15 e At 1:13), ou por causa de seu zeloso temperamento ou por causa de alguma anterior associação com o partido dos Zelotas. Paulo de Tarso, referindo a si mesmo, afirma que foi um zelote religioso (At 22:3; Gl 1:14), enquanto que os muitos membros da igreja de Jerusalém são descritos como "todos são zelosos da lei" (At 21:20).


Sicário

Sicário (do latim sicarius, "homem da adaga") é um termo aplicado, nas décadas imediatamente precedentes à destruição de Jerusalém em 70, para definir um grupo extremista separatista de zelotas judeus, que tentaram expulsar os romanos e seus simpatizantes da Judéia usando adagas curtas, ou sicae.

O vocábulo sicário deriva da palavra latina sica, como era conhecido um pequeno punhal curvo ou adaga, que se podia facilmente ocultar debaixo da roupa, ou mesmo na palma da mão. Era usado sobretudo pelos trácios, tidos como criminosos mercenários pelos antigos romanos.

A sica também foi usada pelos notáveis romanos, os patrícios, para cometer suicídio quando abriam as suas veias. Em muitos casos, quando o Imperador romano ordenava a pena capital de um cidadão, ele podia escolher entre suicidar-se ou ser executado. Nesse último caso, o cidadão romano podia contar com os serviços do sicário — como era conhecido o portador da sica.


O sicário é uma figura reconhecida pelo direito romano, que regulamentou a sua atividade e condenava os métodos cruéis empregados pelos sicários para promover um suicídio ou realizar execuções. A lei referente a esse assunto é conhecida por lex Cornelia de sicariis et veneficis (lei Cornélia sobre os sicários) e é datada do ano 81 da era Cristã.

A atividade dos sicários esteve frequentemente vinculada à política, actuando em assembleias populares, quando os adversários políticos contratavam esses assassinos profissionais para por fim a disputas políticas.

Sicarii era também a denominação dada pelos romanos a uma facção extremista dos zelotes, rebeldes hebreus que recorriam sistematicamente ao homicídio e ao terrorismo como principal estratégia contra a dominação romana.


Com o tempo o termo sicário ou sicarii passou também a designar assassinos contratados, numa referência às pessoas que matam em troca de dinheiro ou mesmo de promessas de grande recompensas. O nome assassino deriva da Ordem dos Assassinos, uma seita fundada no século XI por Hassan ibn Sabbah. Hoje esta palavra é empregada para designar o homicida, voluntário ou involuntário. Mais recentemente, porém, o termo começou também a significar, em sentido estrito mas não exclusivo, os grupos fundamentalistas que, atualmente, levam a cabo atentados terroristas.


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Jesus e as Mulheres


O MOVIMENTO DE JESUS E AS MULHERES

A Sta Maria Madalena, de Simon
Vouet (1523-27), está mais para a
Sulamita de Cantares.

Tito Lívio, na Roma do primeiro século, fez um discurso no Foro Romano repreendendo as mulheres que se dirigiam aos maridos de outras. Em sua opinião as perguntas deveriam ser feitas me casa, aos seus próprios maridos (TAMEZ, 2004, p. 99). No cristianismo não foi diferente. Paulo, como Tito Lívio, recomendou que elas ficassem caladas nas ekklesias (1 Co 14,34-35). Perguntas só em casa, porque "é vergonhoso que falem na congregação". 

Mas em algumas comunidades primitivas as mulheres foram ganhando espaço. Em alguns textos apócrifos isso fica evidente, como nos "Atos de Paulo e Tecla" e no "Evangelho de Maria Madalena". Neste segundo documento Pedro, irmão de Jesus, demonstra ciúme de Maria Madalena, "a mulher que Jesus mais amou". No final do livro Levi repreende Pedro dizendo: "se o Salvador a fez merecedora, quem és tu para rejeitá-la?". 

A divulgação de uma papiro escrito em copta, datado inicialmente para o quarto século, tem apimentado a discussão a respeito do papel das mulheres nas comunidades cristãs primitivas. Num trecho do fragmento vem escrito: "Jesus lhes disse: a minha mulher...". 

Caso seja autêntico, o documento apenas expressa o que determinada comunidade cristã acreditava (ou queria fazer os outros acreditarem) e não uma verdade histórica. Aliás, o mesmo se pode dizer dos Evangelhos canônicos. Jesus teve uma mulher? Impossível responder. 

Se você é um daqueles sujeitos desconfiados, que gosta de buscar informações na fonte e não em jornais sensacionalistas, leia o trabalho acadêmico que deu origem a toda essa discussão.   A autora é Karen L. King. 


Em inglês (PDF) - aqui
Em português (HTML) - aqui

numinosum teologia

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Fragmento de Texto Cristão Indica que Jesus foi Casado




Pesquisadora da Universidade de Harvard (EUA) diz poder ajudar a esclarecer um dos aspectos mais controversos da vida de Jesus Cristo 

Karen King, especialista em religião, encontrou um papiro do século 4 da nossa era cujo texto indica que Jesus Cristo foi casado.

O texto foi apelidado de "Evangelho da esposa de Jesus". A parte do texto que chamou a atenção dos pesquisadores é a seguinte: "Então, Jesus disse a eles: eis a minha esposa", de acordo com a tradução feita do copta (antigo idioma egípcio). "A tradição cristã sempre sustentou que Jesus não era casado, embora não exista evidência histórica para respaldar essa tese", disse Karen durante uma palestra em Roma, nesta terça-feira.

Segundo a pesquisadora de Harvard, "este novo evangelho não prova que Jesus era casado, mas nos diz que toda questão surgiu apenas como parte dos intensos debates sobre sexualidade e casamento. Desde o início, cristãos discordavam se era melhor não casar, mas foi apenas mais de século depois da morte de Jesus que começaram a recorrer à condição matrimonial dele para apoiar suas posições." 

De acordo com Karen, mostrar Jesus solteiro era uma maneira de fortalecer as posições católicas sobre temas como o celibato.

O fragmento tem oito linhas de texto de um lado e está muito danificado no verso, com apenas três palavras e algumas letras visíveis. O dono do documento procurou Karen em 2010, e na época ela duvidava da veracidade do fragmento do papiro. A tese sobre Jesus ter sido casado ganhou fama com o livro "O Código Da Vinci", de Dan Brown.



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As 3 fases de Salvação no nome verdadeiro de Jesus.




Rabino Explica que Nome Original de Jesus Descreve a Salvação em 3 Fases

Já havia lido que o nome original de Nosso Senhor "Yehoshua" significasse que "o Eterno salva completamente" ou "o Eterno cura". Mas esta explicação que encontrei num livro que reúne as impressões de vários rabinos e estudiosos judeus não-cristãos acerca dAquele a quem denominam "nosso remoto, combativo e escandaloso primo", pareceu-me preciosa e extremamente adequada para explicarmos o processo da Salvação, que envolve Justificação, Santificação e Glorificação pela Fé, fases essas que descreveriam o passado, presente e futuro do crente. Deus me SALVOU da culpa pelo pecado, SALVA-me do poder do pecado e, por fim, SALVARÁ da presença do pecado.

Leia com atenção a explicação do rabino Michael J. Cook, localizada à pág. 35, do livro Jesus Segundo o Judaísmo, coletânea organizada por Beatrice Bruteau e publicada em 2001 pela Editora Paulus, de São Paulo:



O nome Yehoshua (hebraico) e Yeshua (hebraico-aramaico), ou Jesus, na transliteração para o português significava, portanto, originalmente: "o Senhor vai salvar/salva/salvou". Confirma-se assim a crença de parte dos chamados "leigos" adventistas de que o nome original do Filho de Deus resume em uma única palavra toda a mensagem do Evangelho da Salvação pela Fé no amor de Deus, revelado através da doação de Seu Filho.

É uma pena que esse rico significado tenha se perdido quase que totalmente ao longo dos séculos devido à transliteração do nome original hebraico (inexplicada na maioria dos exemplares da Bíblia em português) para simplesmente Jesus. No máximo, as pessoas entendem que o nome Jesus signifique "Salvador" ou "Salvação".

Por isso insistimos em explicar que o nome de Yehoshua deixa muito claro que a iniciativa da salvação parte do Pai, que nos doa Seu Filho, para que, crendo nessa revelação do divino amor paterno, sejamos salvos. Sim, Jesus nos ama, mas o amor que revelou ao sacrificar-se na cruz, não pode obliterar o imenso amor do Pai, que estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo.

João 3:16 resume o plano da salvação em único versículo da Bíblia: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." O nome de Yehoshua ou Yeshua resume ainda mais essa síntese do Evangelho em uma única palavra. Por essa razão, a Bíblia ensina que todos os que crêem "no Seu nome", serão salvos! É preciso, portanto, conhecer e divulgar o sentido do nome original do Filho de Deus.


Abaixo seguem trechos de uma tentativa oficial de explicação da Sociedade Bíblica do Brasil para a substituição do nome original de Yehoshua ou Yeshua pela transliteração Jesus, derivada do latim. O material foi produzido em resposta a questões formuladas pelo Pastor Josué Breves Paulino e redigido pela Comissão de Tradução, Revisão e Consulta da Sociedade Bíblica do Brasil e lida e aprovada em reunião plenária de 30 de maio de 1995.

Diz o documento, do qual omitimos apenas os tópicos não relacionados diretamente a questão da transliteração do nome de Yehoshua:

Observe-se inicialmente que não tem cabimento a afirmativa de que o nome Jesus é de origem grega e não hebraica. Esse nome, transliterado para o grego como Iesous, é hebraico e vem de Yeshua” (as aspas representam a letra ayin). A forma plena da palavra é Yehoshua”, que, a partir do Cativeiro, passou a dar lugar, geralmente, à forma abreviada Yeshua”.

Até o começo do segundo século d.C. Iesous (Yeshua”) era um nome muito comum entre os judeus. Na Septuaginta, versão do Antigo Testamento que os judeus fizeram entre os anos 285 e 150 a.C., do hebraico para o grego, o nome Iesous aparece para referir-se tanto a Josué (quatro indivíduos) como aos oito Jesua mencionados em Esdras e Neemias. ...




Tumba de rabi Yehoshua - 3 séc. d.C (citado no talmud)

Rabi Yehoshua Ben Levi era um estudioso do terceiro século, onde foi mencionado no Talmud. Ele dirigiu uma academia talmúdica em Lod e mais tarde em Tiveria.
Neste ano, Mitch Pilcer, um morador da cidade da Galiléia Tzipori, descobriu o túmulo do rabino Yehoshua ao preparar terreno para uma construção. Tanto a sociedade quanto os arqueólogos afirmam que o tumulo é do sábio rabino Yehoshua que está enterrado ali.



Texto da tumba abaixo:

1. הדן משכבה
2. דרבי יהושע
3. בר לוי כפרה

1= haden mashkavah
2= d'rabi Yehoshu'a
3= bar Lewy kaparah

1. Esta é a tumba
2. do Rabi Yehoshua
3. filho de Levi Kaparah



Agora, em ordem, as respostas às questões propostas.  

1. De fato, em hebraico não existe o som j. Como, então, aparece essa letra em nomes bíblicos em quase todas as línguas com as quais estamos familiarizados? O que aconteceu foi o seguinte: os judeus da Dispersão, empenhados em traduzir as escrituras hebraicas para o grego (a Septuaginta), não encontraram nessa língua uma consoante que correspondesse ao yodh do hebraico, e a solução foi recorrer à vogal grega iota, que corresponde ao nosso i. Então escreveram Ieremias, começando com i, e assim por diante, inclusive Iesous. 

Mas como foi que esse i se tornou j? Foi através do latim, que deu origem às línguas neolatinas, entre as quais está o português. No latim posterior à Idade Média começou a aparecer na escrita a distinção que já existia na pronúncia entre o i vogal e o i consoante, o qual passou a ser grafado j. Por isso, ao abrir o Dicionário Latim-Português, de Santos Saraiva, você vai encontrar um verbete que começa assim: Iesus ou Jesus; e este outro: Ieremias ou Jeremias; e outros semelhantes.

2. Yehoshuah termina com o som de AH; de onde se originou o us em Jesus? Observe-se, primeiro, que o final desta palavra não é AH (qamets seguido de he), mas a” (pathach seguido de ayin; as aspas representam o ayin): Yehoshua”.

Em segundo lugar, Jesus não se deriva de Yehoshua”, mas da forma abreviada Yeshua”, como explicado anteriormente (ver, por exemplo, Esdras 2.36). O a que precede o ayin é um pathach furtivo (ver Gramática Hebraica, Guilherme Kerr, # 18.7).

O s final em Jesus se explica pela necessidade de tornar esse nome declinável: os judeus substituíram o ayin final por um sigma (o s grego) do caso nominativo. Nos outros casos a palavra se declina assim: Iesou (genitivo), Iesoi (dativo), Iesoun (acusativo) e Iesou (vocativo). Com isso mataram-se dois coelhos com uma só cajadada: o nome ficou declinável, e o ayin final, que não tem equivalente em grego, foi substituído por um sigma (s).

Fato semelhante se deu com Judas, que reflete a forma grega Ioudas, que em hebraico é Yehudah (Judá). Outros nomes hebraicos que terminam com a gutural he tem em grego, em latim e em português no final o som s: Isaías, Jeremias, Josias, Sofonias et al. Outro exemplo é o vocábulo Mashiach, que termina com a gutural sonora cheth (ch), a qual em grego, em latim e em português deu lugar ao som s: Messias.


Também não se sustenta a afirmativa de que nome próprio não pode ser traduzido. Geralmente nome próprio não se traduz; às vezes, sim. Foi o que aconteceu com Simão, a quem Jesus disse: “O seu nome é Simão... de agora em diante o seu nome será Cefas (que quer dizer Pedro)” (João 1.42). Cefas é palavra aramaica que quer dizer “pedra”. Pedro é em grego Petros, que quer dizer “pedra”. E esse nome, resultado de tradução e não de transliteração, foi o que se tornou mais comum, e baseado nele foi que Jesus construiu o trocadilho registrado em Mateus 16.18.

7. Como o nome Yehoshua” se tornou Jesus (fonética histórica)? Resposta: Já vimos que o vocábulo Jesus não se deriva diretamente de Yehoshua”, mas da forma abreviada Yeshua”, através do grego e do latim. A consoante inicial J foi explicada acima, no item 1. Agora, o s médio em Jesus. No vocábulo hebraico Yeshua”, o grupo sh  representa a consoante shin. Por não haver em grego som correspondente a essa consoante fricativa palatal, que soa como xis em eixo, os judeus a substituíram por sigma, também fricativa mas línguodental, que em grego, mesmo entre vogais, soa como ss. O ditongo grego ou soa u. E o aparecimento do s final foi explicado no item 2, acima. A evolução do termo de uma língua para outra é a seguinte: Yeshua” (hebraico) > Iesous (grego) > Jesus (latim) > Jesus (português).


Finalmente, é preciso esclarecer que, para o leitor, o real significado dos nomes não é assegurado pela sua transliteração. Primeiro, há um problema insuperável na transliteração, que é o da falta de equivalência de alguns sons nos alfabetos das duas línguas. Isso, em se tratando do hebraico, é verdade em relação ao tau sem daghesh, à pronúncia do mem e do nun finais e das guturais he, cheth e ayin. O ayin só os orientais são capazes de pronunciar corretamente. Depois, suponha-se que na tradução do Novo Testamento imprimíssemos Yeshua” Hammashiach em lugar de Jesus Cristo. Será que isso asseguraria a manutenção do “real significado expresso no original”? É evidente que não. Isso apenas causaria uma confusão total na mente dos leitores.

No emprego do nome Jesus Cristo os escritores dos livros do Novo Testamento dão o exemplo a ser seguido pelos tradutores de hoje: eles usaram o nome grego popularmente corrente – Iesous – para indicar o hebraico Yeshua”. O título Christós, que passou a ser nome, foi traduzido pelos apóstolos do hebraico para o grego. Ver, por exemplo, João 1.41, passagem em que André diz a Pedro: “Achamos o Messias. (Messias quer dizer Cristo)”. É que leitores do Evangelho de João não sabiam o que queria dizer Messias, mas sabiam que Cristo queria dizer ungido. O tradutor hoje deve distinguir entre Cristo como nome unido a Jesus e Messias como título de Jesus. Como vimos, isso é claro em João 1.41. E também em Mateus 16.16: “O senhor é o Messias, o Filho de Deus.”

Mas nem essa maneira de traduzir é suficiente para transmitir ao leitor o sentido mais profundo do original. Então, um dos recursos usados é a colocação de nota marginal onde for o caso. Por exemplo, em Mateus 1.21 a Bíblia na Linguagem de Hoje [fora de prelo] tem uma chamada na margem, assim: “Jesus quer dizer ‘O Deus Eterno salva’”. Já no caso de Messias, o recurso usado é outro: o asterisco juntado a essa palavra encaminha o leitor ao Vocabulário, onde se lê: Messias – o Salvador prometido no Antigo Testamento. Messias (hebraico) é o mesmo que Cristo (grego) e quer dizer “Ungido”. (Ver UNGIR). Nesse último verbete explica-se o que é a unção.

Sugestão bibliográfica:

Roger L. Omanson, “What´s in a Name?”, The Bible Translator, Nova Iorque, United Bible Societies, janeiro de 1989, p. 109-119.

Idem, “Lázaro y Simón”, Traducción de la Biblia, Miami, Sociedades Bíblicas Unidas, 1o. Semestre de 1995, p. 13-17.

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Escavações põem à luz as minas de cobre do rei Salomão




O Prof. Thomas Levy (foto) arqueólogo da Universidade da Califórnia – San Diego encontrou as provas da existência das famosas “minas de cobre de Salomão”.

A descoberta de uma mina de cobre na Jordânia pode ser ser uma indicação da existência do personagem bíblico Rei Salomão, segundo arqueólogos.

Tais minas exploradas pelo rei-profeta David e seu filho o rei Salomão, segundo o relato bíblico encontravam-se no reino de Edom, ao sul do Jordão.

O Prof. Levy dirigiu uma equipe internacional de arqueólogos que publicaram uma matéria sobre a descoberta em The Proceedings of the National Academy of Sciences dos EUA em 28/10/2008.

Ele anunciou que apresentaria ainda mais revelações numa reunião no 18 de fevereiro próximo (2009) no Social Sciences Supper Club, da sua Universidade.

A escavação vem sendo conduzida em Khirbat en Nahas, um antigo centro de produção de "cobre" (mancha escura destacada) ao sul do Mar Morto, desde 1997.

Através de testes de radiocarbono, os cientistas constataram a existência de minas de cobre em uma região e época que coincidem com descrições feitas no Velho Testamento.

Até essa descoberta, acreditava-se que a extração e o aproveitamento do cobre só começaram a existir na Jordânia depois do século 7 a.C., ou seja, 300 anos depois da suposta existência do rei.


Junto com Mohammad Najjar, dos Jordan's Friends of Archeology, o arqueólogo escavou um antigo centro de produção de cobre em Khirbat en-Nahas (que significa “ruínas de cobre” em árabe).


Restos das fundições
As amostras ali encontradas passaram por testes de radiocarbono. Estes lhes atribuíram uma antiguidade que remonta ao século X antes de Cristo.


Nisto concordam com a narração bíblica que põe nessa época os reinados de David e Salomão.

A pesquisa apontou também um crescimento da atividade metalúrgica no local durante o século IX antes de Cristo, fato que concorda com o que o Antigo Testamento nos fala dos edomitas.

Khirbat en-Nahas encontra-se no local que a Bíblia identifica como Reino de Edom, um feudo do antigo Reino de Israel.


Escavações confirmam historicidade das narrações da Bíblia
De fato, já nos anos ’30 do século passado, o arqueólogo americano Nelson Glueck declarou ter descoberto as “minas de Salomão” na região.

Mas os seus achados foram menosprezados com a alegação de que a Bíblia teria sido “pesadamente re-escrita” no século V antes de Nosso Senhor.

Este argumento não era estritamente científico e estava viciado de preconceito anti-cristão, mas pegou, tão forte estava a animadversão anti-católica.

“Agora”, diz Levy, “nos temos a evidência de que complexas sociedades estiveram ativas nos séculos X e IX antes de Cristo, e isto nos conduz ao debate sobre a historicidade das narrações da Bíblia”.

Excavações em Khirbat en-Nahas confirmam historicidade da Bíblia
A jazida arqueológica de Khirbat en-Nahas inclui por volta de 100 prédios (foto ao lado) – inclusive uma fortaleza – colocados no centro de uma vasta área que pode ser vista claramente em Google Earth. Há minas e trilhas de mineração em abundância.

Uma prova adicional foi fornecida por objetos egípcios trazidos à luz no local. Ditos objetos ‒ um escarabeu e um amuleto ‒ foram achados numa camada geológica que corresponde à brusca interrupção da produção.

Esse conjunto de indícios aponta para a bem documentada invasão militar do Faraó Sesac que tentou destruir a atividade econômica da região após a morte de Salomão.

Salomão com muitas mulheres que o levaram à perdição.
Manuscrito da Spencer Collection, Ms 002.
O segundo livro das Crônicas (12; 1-12) fala abundantemente dessa guerra, como punição ao relaxamento do povo judeu na prática dos Mandamentos.


O Prof. Levy partilha certo ceticismo com respeito aos Livros Revelados, porém teve que ceder ante a evidência científica:

Não podemos acreditar em tudo o que nos dizem os antigos livros, porém esta descoberta mostra uma confluência entre os dados arqueológicos e científicos e a Bíblia”, declarou ele ao “The Jerusalém Post”.



“A pesquisa apresenta dados científicos que confirmam o que está escrito na Bíblia”, afirmou à BBC Brasil um dos líderes do grupo de arqueólogos, Mohammad Najjar, da instituição jordaniana Friends of Archaeology & Heritage, que conduziu o projeto em parceria com a universidade americana de San Diego.

“Foi uma surpresa, não esperávamos encontrar tantos artefatos de metal produzidos antes do século 7 a.C.”, disse Najjar.

“Não é possível dizer com certeza se as minas encontradas são mesmo as do rei Salomão, mas neste momento, as possibilidades de ele ter existido aumentaram bastante.”

“O que se sabe, indiscutivelmente, é que o povo edomita – descendentes de Esaú, segundo a tradição hebraica – praticava a metalurgia na época indicada pela Bíblia, muito antes do que se pensava”, disse.

A escavação vem sendo conduzida em Khirbat en Nahas, um antigo centro de produção de cobre ao sul do Mar Morto, desde 1997.


Ilustração: Rei Salomão supervisiona a construção do templo em Jerusalém


Lendas

Segundo o Velho Testamento da Bíblia cristã (que utiliza escrituras judaicas, o Tanakh), o rei Salomão teria unido os reinos hebreus de Israel e Judá por 30 anos, cerca de 1000 a.C..

Segundo a Bíblia, Salomão teria sido o terceiro rei dos hebreus, depois de Saul e Davi, e seu reinado, um período de fartura.

No entanto, não existiam evidências de sua existência ou de um reino que dominasse conhecimentos de metalurgia à época naquela região.

As lendas em torno do personagem cresceram no século 19, quando o inglês Henry Ridder Haggard publicou seu romance de ficção As Minas do Rei Salomão, que popularizou o mito em torno dos segredos de supostas minas com tesouros em ouro, diamante e marfim.








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